quarta-feira, 3 de julho de 2013

melhor nem ir ao estadio...



Pesquisa aponta crítica ao preço da comida nos estádios

O preço da alimentação nos estádios foi a principal reclamação de quem esteve nas seis sedes da Copa das Confederações para assistir aos jogos, conforme pesquisa encomendada à Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas pelo Ministério do Turismo. Os valores cobrados foram considerados "ruins" ou "muito ruins" por 78% das pessoas ouvidas nas perguntas induzidas (com opções de resposta). Outros itens citados como negativos, estes na pesquisa espontânea (em aberto), foram as condições dos estádios (citadas por 8,2% dos entrevistados), o trânsito (7,8%), a acessibilidade (6%), a sinalização da cidade visitada (5,3%) e a organização do evento (4,6%).

O levantamento foi feito nas seis cidades onde foram realizados jogos (Rio, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza) e também no aeroporto internacional de São Paulo, por onde passaram visitantes em conexões. Começou em 10 de junho, cinco dias antes do início da competição. Como há quem ainda não tenha voltado para casa, entrevistas continuam sendo realizadas.

Foram ouvidos tanto brasileiros como estrangeiros, nos aeroportos, arenas, hotéis e pontos de retiradas de ingressos, num total de dez mil pessoas entrevistadas. Apenas um quinto dos resultados havia sido computado até a tarde desta quarta-feira. Os números, considerados preliminares (o consolidado só sairá no fim do mês), nortearão iniciativas com vistas à Copa do Mundo de 2014 - o material será enviado à Fifa.

Os turistas estrangeiros, a maioria (47,2%) com ingressos nas áreas mais caras dos estádios, permaneceram em média 14 noites no Brasil e elogiaram os serviços de táxi (83,1% consideraram bons), limpeza pública (78,3%), segurança (71,7%), sinalização turística (62,9%) e telecomunicações e internet (53,6%).

Restaurantes, opções de diversão noturna e alojamentos também tiveram avaliação positiva. Já os serviços bancários foram considerados insatisfatórios por 28,8% dos entrevistados e o atendimento em idiomas estrangeiros, por 43,4% deles.

"A pesquisa produziu resultados que serão trabalhados para a Copa e para sempre, pois turismo é todo dia. Muita coisa vai dar para fazer no curto prazo", avaliou o diretor do departamento de estudos e pesquisas do ministério, José Francisco Salles Lopes. "Todo grande evento é um desafio, em qualquer setor, e mesmo os pontos considerados positivos podem ser melhorados."

segunda-feira, 1 de julho de 2013

e agora,ou nunca



Após milhões pedirem saída de Morsi, Exército egípcio dá ultimato ao governo
Forças Armadas pedem que situação e oposição 'atendam às demandas do povo'; 16 já morreram

Um dia após milhões de pessoas tomarem as ruas do Egito para exigir a renúncia do presidente Mohamed Morsi, o Conselho Supremo das Forças Armadas (SCAF) divulgou nesta segunda-feira, 1,  um comunicado no qual deu um ultimato de 48 horas para o governo e a oposição “atenderem as demandas do povo”. Desde domingo, 16 pessoas morreram e 781 ficaram feridas em confrontos de rua. Quatro ministros do gabinete de Morsi romperam com o governo.

O comunicado elevou temores entre parte da população egípcia de um retorno das Forças Armadas à cena política. O Exército governou o país por 55 anos, desde a chegada de Gamal Abdel Nasser ao poder até a queda de Hosni Mubarak, há dois anos e meio. Apesar do comunicado, no entanto, os militares prometeram não se envolver na política do país.
“As Forças Armadas repetem seu pedido pelo atendimento às demandas populares e dão a todos 48 horas para a última chance de abarcar o peso deste momento histórico”, disse o general Abdel Fatah al-Sisi. “O Exército egípcio não se envolverá em política, nem na administração pública. Está satisfeito com seu papel, conforme preveem as regras democráticas. Mas a segurança nacional está em grave perigo e o Exército tem a responsabilidade de agir.”
Horas depois do anúncio, Morsi se reuniu com o general Al-Sisi. Espera-se para a noite de hoje um pronunciamento da presidência.
Yasser Hamza, líder do Partido Liberdade e Justiça (PLJ), braço político da Irmandade Muçulmana, afirmou que nenhuma instituição do Estado vai promover um golpe contra Morsi e alertou contra interpretações equivocadas de quaisquer comunicados do Exército do país. “Qualquer força que for contra a Constituição, é um chamado à sabotagem e anarquia”, disse. O partido salafista Al-Nur, segunda maior força política islâmica, disse “temer” a volta do Exército à cena política.
Já o ex-primeiro-ministro egípcio Ahmed Shafiq, um dos colaboradores de Mubarak, derrotado por Morsi nas eleições do ano passado, declarou que o “reinado da Irmandade acabará até o fim da semana.”
Em meio à tensão política, quatro ministros renunciaram em solidariedade aos manifestantes. São eles os chefes das pastas do Turismo, Hisham Zaazou; da Comunicação , Atef Helmi; de Assuntos Jurídicos, Hatem Bagato; e do Meio Ambiente, Khaled Abdel-Al.
Mobilização. No começo da tarde, uma multidão de manifestantes voltou a se reunir nos arredores da Praça Tahrir, berço dos protestos que derrubaram a ditadura militar e agora pedem a saída do governo da Irmandade Muçulmana. Helicópteros do Exército com bandeiras egípcias sobrevoaram o local, as mesmas que, na praça, eram agitadas pelos ativistas.
Em sua maioria, as manifestações dos últimos dois dias foram pacíficas. Houve confronto nos arredores do escritório do PLJ, no Cairo. Armados, partidários de Morsi se entrincheiraram no edifício e atiraram nos manifestantes, que responderam com bombas incendiárias e pedras. O prédio foi invadido e saqueado. Móveis, arquivos e equipamentos foram destruídos.
Primeiro presidente eleito democraticamente na história do país, Morsi é acusado pela oposição secular de tentar impor uma agenda religiosa no país, além de ter se tornado cada vez mais autoritário e de não controlar a crise econômica.
EUA. Na Tanzânia, o presidente americano, Barack Obama, disse que os EUA estão preocupados com a violência no Egito e pediu que haja “moderação” dos dois lados. Obama lembrou que o presidente Morsi “foi eleito democraticamente” e ressaltou que o governo deve agir junto com a oposição para fazer “as melhoras que são necessárias” no país. O Pentágono disse monitorar a situação no país nos próximos dias. 

provavel ...



Serra: plebiscito é ideia de marqueteiro
Para o ex-governador de SP, o anúncio feito pela presidente Dilma foi estratégia para ganhar tempo

O ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB), disse ser contra a proposta da presidente Dilma Rousseff de fazer um plebiscito para a reforma política no País. “Primeiro que um plebiscito custa R$ 400 milhões, R$ 500 milhões. Segundo que não dá tempo. Quer mudar o sistema político? Faz por via normal, com emenda constitucional, por exemplo. Pra quê fazer um plebiscito?”, afirmou o ex-governador em entrevista à Rádio Jovem Pan nesta segunda-feira. “Essa ideia de plebiscito foi feita por marqueteiro”, disse

Segundo o tucano, o anúncio feito pela presidente Dilma sobre o plebiscito foi uma estratégia para o governo “ganhar tempo”, diante das manifestações em todo o País. “Plebiscito é para questões binárias: é sim ou não. O governo vai entupir o plebiscito de propostas para reforma política, complexas, com detalhes? Vamos ter um teste de múltipla escolha, com 15, 20 itens? Isso é brincadeira. Isso o que que é? É ganhar tempo, é tirar o foco dos problemas. A população não foi para rua para isso. O Brasil quer respostas”, criticou Serra.

O ex-governador afirmou, ainda, que os protestos que tomaram conta do País mostram que a população está insatisfeita com o atual modelo político do Brasil. “O País está, evidentemente, insatisfeito. Ninguém tem uma bandeira única, a não ser a da insatisfação.” O tucano também criticou a antecipação da campanha eleitoral de 2014. “É muito cedo para fazer política eleitoral. Não se governa um país com campanha eleitoral. Esse foi o maior erro da presidente.”

e so aguardar ne



Obras são o principal desafio, diz presidente do Metrô de SP
Novo administrador da empresa afirma ainda que linhas noturnas de ônibus farão o mesmo percurso da rede metroviária

Empossado em junho, o novo presidente do Metrô de São Paulo, Luiz Antonio Carvalho Pacheco, concedeu nesta segunda-feira, 1º, sua primeira entrevista no cargo, durante cerimônia para o içamento da roda de corte de um dos três tatuzões que escavarão a extensão da Linha 5-Lilás, na zona sul da capital.


De acordo com o dirigente, que já foi subprefeito de Santana/Tucuruvi e presidente da Companhia Estadual de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), o principal desafio é executar as obras de expansão do sistema, que hoje transporta 4,6 milhões de passageiros por dia, em média, e está superlotado.

Além disso, Pacheco afirmou que está em tratativas com a Prefeitura de São Paulo para dar início ao serviço noturno de ônibus atendendo o mesmo percurso das linhas de metrô, já que não é possível deixar a rede sobre trilhos aberta 24 horas por dia. Ainda não se sabe quem irá operar esses coletivos, se o município ou o governo do Estado. Mas a ideia é fazer com que os ônibus parem de estação em estação.

O novo dirigente ainda frisou que estuda ampliar o número de funcionários do Metrô, que hoje somam mais de 10 mil.

Leia a entrevista:

Quais são os principais desafios do Metrô de São Paulo neste momento?
O maior desafio nosso é exatamente entregar as obras que nós estamos fazendo. A população tem uma expectativa grande. Toda essa mobilização que houve mais recentemente na cidade e em todo o País nos coloca um pouco mais de responsabilidade, no sentido de entregar esses equipamentos para a população o mais rápido possível. São obras complexas, a gente sofre diversos tipos de dificuldade, que vão desde a parte de licenciamento ambiental, desapropriação... Tocar uma obra, propriamente dita, é um processo complexo. Mas nós estamos trabalhando nesse sentido.

Então, manter o cronograma é o maior desafio?
Executar as obras é o maior desafio. O cronograma é sempre uma expectativa, você trabalha com planejamento. Não é uma ciência exata. Nós estamos trabalhando no sentido de manter as obras dentro do que havia sido planejado e negociado com o governador.

As recentes manifestações, muitas delas voltadas à questão da qualidade do transporte público, colocaram mais pressão no setor?
No caso do Metrô, há hoje mais de 50 quilômetros em obras. Quando fui presidente da CDHU eu costumava falar para o governador que uma obra lá demora em média 30 meses, do momento que decidia fazer até a entrega. Uma obra de metrô são 90 meses. São oito anos, do momento em que ele fala "Vamos fazer" até a entrega. Esse é o grande desafio, porque um governo tem quatro, no máximo oito anos. Gera-se uma expectativa muito grande e essas obras só têm realmente condições de entrega havendo a continuidade. Não é um projeto curto. Trabalhamos no sentido de apressar ou agilizar as entregas, mas é um processo longo.

Há uma dificuldade logística de ter várias obras em andamento simultaneamente?
Uma das questões hoje do Metrô é isso. O Metrô sempre foi uma empresa que executou uma obra ou duas a cada vez. Esse volume de obras trouxe uma certa dificuldade para a empresa. Os quadros de uma empresa pública não têm a mesma elasticidade que você tem na iniciativa privada, onde, se você tem trabalho cresce, se não tem, diminui. Na área pública é mais difícil. É preciso fazer concurso. Depois, existe uma dificuldade em fazer um enxugamento na medida em que não haja mais aquelas obras. A empresa sentiu um pouco isso, não tenha nenhuma dúvida. Estamos agora fazendo alguns ajustes para ver se conseguimos ganhar um pouco mais de celeridade. Lógico que as obras que vêm pela frente só a Linha 2-Verde é que impactará o nosso quadro. Porque a da 6-Laranja e a da 18-Bronze (monotrilho do ABC) devem ser PPP (parceria público-privada). Inclusive tem uma proposta de aumento do quadro do Metrô, que estamos levando para o Codec (Conselho de Defesa dos Capitais do Estado, da Secretaria Estadual da Fazenda). Até porque nós vamos ter que começar a operar a Linha 17-Ouro, a 15-Prata, a extensão da 5-Lilás. Isso tudo faz com que seja preciso ter pessoas que tenham condições de executar e operar esses equipamentos.

Qual deve ser o aumento do quadro de funcionários?
Está na minha mesa. Hoje, vindo para cá, inclusive, liguei para o diretor de assuntos corporativos para me levantar algumas informações sobre o passado, crescimento de quadro do Metrô. Mas eu preferia não citar ainda dados de números porque há um processo já em elaboração lá na companhia. Atualmente, são mais de 10 mil funcionários. Só na diretoria de operação, são mais de 7 mil, que é quem toca a companhia, toda a parte de operação propriamente dita, de segurança, de manutenção das estações e noturna.

No caso das Linhas 15 e 17, as duas em forma de monotrilho, já tem uma definição se é o Metrô que vai operá-las ou se elas vão ser concessões?
O Metrô seguramente inicia a operação, porque não tem sentido você começar a pensar numa concessão de operação sem ter a linha completa e pronta. E tanto na Linha 15 quanto na 17 existem obras que o Metrô depende que sejam feitas pela Prefeitura de tal maneira que a gente possa fazer. Então, não tem como nos compromissar com relação a cronograma de fazer uma PPP sobre obras que não são da nossa responsabilidade. As obras que dependemos da Prefeitura, estamos negociando. Existe muito boa vontade da Prefeitura, mas a gente não tem condição de dar uma garantia para um potencial concessionário.

E o projeto de se criarem linhas noturnas para fazer o mesmo trajeto do Metrô, em parceria com a Prefeitura, tem avançado?
Está andando. Tenho participado de reuniões, inclusive no Detran (Departamento Estadual de Trânsito), que tem um grupo de mobilidade urbana. Então, nós temos essa discussão com a Prefeitura para saber quem operaria esses ônibus que fariam o trajeto do Metrô. Os terminais ficariam abertos, porque haveria condições de trazer os passageiros em micro-ônibus e a SPTrans (São Paulo Transporte, da Prefeitura) faria as linhas maiores ligando os bairros. Faríamos isso nos terminais. As estações seriam fechadas normalmente.

Essa medida deve começar a ser implantada ainda neste ano?
Houve uma reunião no Palácio dos Bandeirantes há uns 15 dias e na semana passada uma no Detran para acontecer rapidamente. Nós estamos em processo de negociação com a Prefeitura exatamente para que a gente possa ou a EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, do governo do Estado) ou a SPTrans operar esses ônibus. Isso está em um processo de discussão.

A proposta é que os ônibus noturnos atendessem todas as linhas do Metrô?
É mais a 1-Azul, a 2-Verde, a 3-Vermelha e a 4-Amarela. Seria exatamente fazer o mesmo trecho que faz o metrô. Isso não quer dizer que a Linha 5-Lilás não possa entrar.

E os ônibus irão parando de estação em estação?
Em princípio, sim.

Seu antecessor no cargo (Peter Walker) disse quando assumiu que o principal desafio, para ele, era a questão da superlotação. Como o Metrô pode criar um pouco mais de conforto para os passageiros?
É a modernização do sistema, tanto com o sistema de sinalização, o CBTC, que está entrando, com isso, você consegue colocar um pouco mais de trens, que também estão sendo adquiridos, e diminuir o intervalo. Talvez a gente consiga aumentar a oferta de assentos em torno de 20%. E o próprio aumento da rede, que faz com que haja melhor distribuição. Nós temos hoje 74 km. Você coloca mais 50, vamos para 120 km. Levantei uns dados que me surpreenderam muito. A população de São Paulo cresceu na última década, conforme o censo do IBGE, em torno de 9%. A demanda de passageiros no metrô no mesmo período aumentou 54%, que foi pelo advento do bilhete único. Como é que você projeta, prepara a expansão da rede? É em cima da sua expectativa do crescimento populacional. Mas uma decisão, que foi totalmente acertada, mas que foi de natureza política, que foi a adoção do bilhete único, trouxe uma demanda muito grande para o metrô. Nós temos a possibilidade de, no ano que vem, ter 90 km de metrô em obras, além de 74 km de linhas já existentes. É um processo.

mas olha so...



TV Globo admite pagamento de multa milionária à Receita Federal por conta de irregularidades

A Globo Comunicação e Participações confirmou, por meio de nota oficial, que pagou multa de mais de R$ 270 milhões à Receita Federal em 2006.

A quantia teria sido desembolsada por conta de irregularidades na operação de compra dos direitos exclusivos de transmissão da Copa do Mundo de 2002.

A emissora carioca teria tentado esconder a compra dos direitos do campeonato alegando “investimentos e participação societária no exterior”. Para isso, teria utilizado um paraíso fiscal, as Ilhas Virgens.

'A Globo Comunicação e Participações esclarece que não existe nenhuma pendência tributária da empresa com a Receita Federal referente à aquisição dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de Futebol de 2002. Os impostos devidos foram integralmente pagos”, garantiu o comunicado.

domingo, 30 de junho de 2013

o que vc faz com 0,05 ???



Câmara de BH aprova redução de passagem em sessão tumultuada

Em sessão tumultuada, vereadores de Belo Horizonte aprovaram na manhã deste sábado (29), em segundo turno, projeto de lei que isenta o transporte coletivo de ISS (Imposto sobre Serviços). Com isso, a tarifa de maior valor na capital mineira, hoje em R$ 2,80, deverá passar para R$ 2,75 --queda de 1,78%.

O projeto havia sido anunciado no último dia 20 pelo prefeito Márcio Lacerda (PSB) como resposta às manifestações na cidade por reduções na tarifa. Há ainda possibilidade de redução de R$ 0,05 adicionais, por um desconto de taxa administrativa concedido às empresas do setor pela prefeitura.


Cerca de 500 manifestantes foram à Câmara para acompanhar a votação. Houve tensão porque apenas 350 pessoas, capacidade máxima das galerias, segundo o setor de segurança da Casa, foram autorizadas a entrar.

Aos gritos de "O povo não é otário, a redução tem que ser do empresário", os manifestantes ocuparam a galeria do plenário em oposição ao projeto de lei, que acabou aprovado com 30 votos a favor e cinco contrários.

Quem ficou do lado de fora acabou forçando a entrada e a Guarda Municipal teve que conter o grupo --uma porta de vidro da entrada principal da Câmara acabou quebrada, e a tropa de choque da Polícia Militar usou spray de pimenta para dispersar as pessoas.

Após o fim da sessão, a entrada de todos os manifestantes foi autorizada. O grupo fez um minuto de silêncio em memória ao jovem de 21 anos que morreu na última quarta-feira (26) na cidade ao cair de um viaduto durante manifestação nas imediações do estádio do Mineirão, e reivindicava audiência com o prefeito Lacerda ou com o presidente da Câmara, Leo Burguês (PSDB).

Emendas propostas por vereadores do PT, sigla que faz oposição na Casa, foram rejeitadas na sessão. Uma sugeria que a desoneração recente de impostos federais para o setor de transportes fosse integralmente repassada ao preço da tarifa em BH, o que permitiria uma queda de R$ 0,20 na passagem, e a outra pedia a publicação da planilha de custos do setor no site da prefeitura.

A Prefeitura de Belo Horizonte afirma que já realiza desde abril uma auditoria nas concessionárias do sistema de transporte coletivo para verificar possibilidade de redução de custos, e cita benefícios já concedidos aos passageiros na cidade, como desconto de 50% na segunda viagem, em intervalo de uma hora e meia, e meio passe estudantil, que beneficia 8.446 alunos.

Por volta das 12h deste sábado, manifestantes continuavam ocupando o saguão da Câmara e planejavam permanecer no local até que as reivindicações sejam atendidas.

cuidado





Aumenta número de roubos e furtos a pedestres na av. Paulista

Mais pedestres estão sendo vítimas de crimes na avenida Paulista, uma das principais vias de São Paulo. Segundo dados da Polícia Civil obtidos pela sãopaulo, entre janeiro a abril deste ano, houve 95 furtos e 90 roubos na via. Ambos superiores ao verificado tanto no ano passado como em 2011.

Roubos apresentaram o maior crescimento. Houve aumento de 30% em relação ao mesmo intervalo do ano passado, quando foram registrados 69 casos, e de 41% em comparação a 2011 (64 assaltos).

Os furtos, por sua vez, diminuíram de 85 para 75, de 2011 para 2012, igualmente no período de janeiro a abril. Mas voltaram a crescer neste ano. Subiram 27%.

O celular costuma ser o principal alvo dos criminosos. Em 77% dos roubos neste ano, o aparelho foi levado das vítimas. Nos furtos, essa taxa atinge 45% dos casos.

Para especialistas, os números de furtos e roubos na avenida não podem ser considerados expressivos, em razão do alto fluxo de pessoas na via. "O que preocupa é o aumento, sem dúvidas nenhuma", afirma o vereador Álvaro Camilo (PSD), ex-comandante da Polícia Militar paulista.

"Em todo local de muita movimentação há os oportunistas, que pegam um cara distraído", diz José Vicente da Silva Filho, coronel da reserva da PM e ex-secretário Nacional de Segurança Pública. "Hoje, o celular acabou virando a joia mais disponível para o criminoso. Um smartphone vale mais que um relógio."

"Sempre que há um crescimento nesse porcentual não é bom", acrescenta Antonio Carlos Franchini Ribeiro, presidente da associação Paulista Viva. "Um furto a mais ou um roubo a mais para quem foi vítima é sempre de alto impacto emocional, além de patrimonial."

Procurada pela reportagem no último dia 17, a Polícia Militar não se manifestou sobre o aumento de roubos e furtos na avenida.

vai um ingresso ai?



Ingressos para Beyoncé em SP estão à venda por até R$ 630

A cantora Beyoncé marcou um show no estádio do Morumbi (zona sul de São Paulo) em 15 de setembro, e os ingressos, que custam de R$ 180 (arquibancada 1) a R$ 630 (pista premium), já estão à venda pelo site Live Pass.

A apresentação da turnê "The Mrs. Carter Show World Tour" será em um domingo e está marcada para começar às 19h30. A artista também fará shows em Fortaleza (8/9), Belo Horizonte (11/9) e Brasília (17/9).

Beyoncé já conquistou 17 prêmios Grammy e vendeu mais de 118 milhões de discos vendidos.

atençao



Consumo de frutas e legumes não é garantia de vida longa e saudável, dizem estudos


Uma dieta rica em frutas e legumes talvez não nos ajude a gozar uma vida longa e saudável, afinal.

Estudos feitos nos últimos 15 anos, segundo relatou o "Times", revelam que grande parte de nossos alimentos têm baixo nível de fitonutrientes, as substâncias que supostamente reduzem o risco das quatro doenças que afligem a vida moderna: o câncer, a doença cardíaca, o diabetes e a demência.

A redução dos benefícios de nossa alimentação para a saúde não é uma descoberta recente.

"Inadvertidamente, temos removido os fitonutrientes de nossa dieta desde que paramos de coletar plantas silvestres, há cerca de 10 mil anos", escreveu Jo Robinson no "Times".

O dente-de-leão silvestre [taraxaco] tem sete vezes mais fitonutrientes que o espinafre. Uma batata-roxa nativa do Peru tem 28 vezes mais antocianinas, que combatem o câncer, que uma batata comum. Uma variedade de maçã tem cem vezes mais fitonutrientes que uma Golden Delicious.

Quando os europeus chegaram à América do Norte, notaram que os índios tinham milhos de várias cores. Hoje em dia, o milho branco doce é onipresente, uma variedade que contém mais açúcar e menos antocianinas. Também descobrimos que os milhos azul, vermelho e preto são ricos em antocianinas, que "têm o potencial de combater o câncer, acalmar inflamações, reduzir o colesterol e a pressão sanguínea, proteger o cérebro de idosos e reduzir o risco de obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares", escreveu Robinson.

É claro que, quando não temos tempo para consumir esses superalimentos, podemos tomar vitaminas. Alguns especialistas dizem que as pessoas obtêm vitaminas suficientes de uma dieta rotineira, enquanto os fabricantes de vitaminas dizem que os suplementos são necessários.

"A maioria das pessoas supõe que, afinal, vitaminas em excesso não podem fazer mal", escreveu Paul A. Offit no "Times". Mas "os cientistas sabem há anos que uma grande quantidade de suplementos vitamínicos pode ser muito prejudicial".

Estudos demonstraram que suplementos de betacaroteno, selênio e vitaminas A, C e E causavam índices de morte mais altos quando tomados para evitar o câncer de intestino, relatou Offit.

Mas pode haver ajuda de aliados invisíveis. Pesquisas recentes mostram que as cerca de um trilhão de bactérias que vivem em nosso intestino e nossa pele podem combater algumas doenças crônicas desta era. María Gloria Dominguez-Bello, microbióloga de origem venezuelana da Universidade de Nova York, foi para locais remotos da Amazônia para coletar amostras de caçadores/coletores. "Queríamos ver como era a microbiota humana antes dos antibióticos, antes dos alimentos processados e do parto moderno", disse ela ao "Times".

Resultados preliminares indicam que um microbioma virgem apresenta uma diversidade muito maior, o que pode ter um papel nos índices notavelmente mais baixos entre os ameríndios de alergias, asma, doenças atópicas e condições crônicas como diabetes tipo 2 e doença cardiovascular, relatou Michael Pollan no "Times".

A dieta ocidental carece de fibra. Outro problema é a ênfase excessiva na higiene, acreditam alguns cientistas.

"Existe uma tese que defende sujar um pouco a dieta", disse a Pollan o microbiólogo Justin Sonnenburg, de Stanford. Mas as pessoas devem lavar seus alimentos, porque muitas vezes eles contêm resíduos de pesticidas.

"A maior exposição aos micróbios ambientais provavelmente diminui a probabilidade de muitas doenças ocidentais, mas aumenta a exposição a patógenos. Certamente os custos sobem quando bactérias resistentes a antibióticos se tornam mais prevalentes", disse Sonnenburg em um e-mail.

Pollan diz que devemos lavar as mãos nas situações em que patógenos ou substâncias químicas tóxicas provavelmente estão presentes, mas talvez não depois de acariciar um cachorro.

Sonnenburg aconselha: "Em termos de dieta, acho que comer alimentos fermentados é a resposta --em oposição a não lavar os produtos, a menos que sejam da sua horta".

se ferraram...



Duas adolescentes suecas são condenadas por insultos no Instagram

Duas adolescentes suecas foram consideradas nesta terça-feira culpadas por difamação por postar insultos sexuais sobre outros jovens no site de compartilhamento de fotos Instagram.

O tribunal condenou as meninas, com 15 e 16 anos, por escrever comentários depreciativos ao lado de fotos de 38 jovens, a maioria meninas, em uma conta anônima no Instagram. As garotas foram multadas e condenadas a prestar serviços comunitários.

Postados em dezembro, os comentários rapidamente se espalharam pela internet e levaram centenas de jovens a tomar as ruas em Gotemburgo, cidade natal das adolescentes, em protestos que se tornaram violentos.

O bullying cibernético entre jovens tornou-se uma tendência crescente com o avanço das mídias sociais. "Muitos pensam que são anônimos quando estão sentados atrás de um computador e, portanto, tomam liberdades maiores", afirmou o advogado da acusação, Arash Raoufi.

"A decisão envia um sinal para os jovens e para a sociedade de que esta cultura não pode continuar a existir. Também espero que ela resulte em pais mais atentos ao que as crianças fazem no computador", disse.

"de castigo"



Justiça brasileira impõe punição para empresa nas redes sociais


Um perfil nas redes sociais, demonstrando a falha nos procedimentos com um cliente, foi definido como parte da condenação imposta a uma montadora de automóveis, caso não seja cumprido o que foi determinado na sentença do juiz Marcus Vinícius Pereira, titular da comarca de Currais Novos, no Rio Grande do Norte.

O processo narra que um cliente adquiriu uma caminhonete, que, mesmo nova, apresentou um defeito na tampa. Depois de várias idas de Currais Novos para a concessionária, em Natal, o problema nunca foi resolvido, segundo os autos do processo.
“Realizada inspeção judicial, o defeito foi detectado. A tampa da carroceria sempre abria. Na sentença, foi determinado o pagamento de valor para o autor comprar outro veículo e indenização por danos morais”, destaca o juiz.

Caso a filial brasileira não entregue o valor no prazo fixado, será criado um perfil no Facebook e no Twitter, narrando todo o histórico do processo, nos termos do artigo 461, parágrafo 5º, do Código de Processo Civil.

“A medida visa dar conhecimento a outros consumidores do pós-venda, bem como compelir a montadora a cumprir a obrigação no prazo legal, possibilitando, assim, ao consumidor, adquirir outro veículo no prazo mais curto possível, o que representa a celeridade da Justiça”, avalia o magistrado Marcus Vinícius.

Segundo ele, a utilização das redes sociais obriga às fornecedoras de produtos a tratar os consumidores “com mais respeito”, bem como a investir mais no pós-venda, além de ressaltar que a publicidade através das redes sociais dá conhecimento aos consumidores dos problemas existentes com os fornecedores de produtos, impedindo futuras compras após a ciência dos defeitos existentes.

mais casas...



Número de casas financiadas pela poupança cresce 13,5 vezes em 8 anos

O número de imóveis financiados com dinheiro da caderneta de poupança deu um salto e cresceu 13,5 vezes em oito anos. Em 2011, foram financiados 492.489 imóveis. Em 2003, haviam sido 36.480 imóveis.

Os dados são de 2011, mas foram anunciados somente nesta sexta-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Esse levantamento, chamado de Pesquisa Anual da Indústria da Construção Civil, é divulgado pelo IBGE normalmente com dois anos de atraso.

No período retratado pelo estudo, houve dois anos de grande evolução: de 2005 para 2006, o crédito subiu cerca de 70%, indo de 61,2 mil imóveis financiados para 113,8 mil. Outro marco foi de 2009 para 2010, quando os financiamentos subiram cerca de 40% (indo de 302,7 mil para 421,4 mil).

O dinheiro total da poupança usado para financiar imóveis também vem crescendo, mas é difícil avaliar qual foi a alta real, porque os números divulgados pelo IBGE não consideram a inflação.

Em 2003, foram R$ 2,2 bilhões. Em 2011, passou  para R$ 79, 9 bilhões, mas os dois números não foram atualizados.

Financiamentos com FGTS também crescem, mas em ritmo menor
O valor total do financiamento de imóveis com uso do FGTS cresceu menos, mas também aumentou. Foi de R$ 3,8 bilhões em 2003 para R$ 34,9 bilhões em 2011, montante nove vezes maior. O número de unidades financiadas quase dobrou, e foi de 246.482 para 477.743 no mesmo período.

Além da poupança, os imóveis também podem ser financiados pelo FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Por essa modalidade, o número de imóveis também deu um salto entre 2003 e 2011, mas menor do que o da poupança: praticamente dobrou, indo de 246,5 mil unidades financiadas em 2003 para 477,7 mil em 2011.

Em termos de valores do FGTS, foram de R$ 3,8 bilhões em 2003 para R$ 34,9 bilhões em 2011. Novamente, esses valores não servem de comparação, pois não foram atualizados conforme a inflação.

sábado, 29 de junho de 2013

demitido....




Vanderlei Luxemburgo é demitido e deixa o Grêmio
Direção do clube quer "fato novo" para engrenar no Brasileirão


Vanderlei Luxemburgo não é mais o técnico do Grêmio. O treinador foi demitido durante o jogo treino contra o Caxias, na manhã deste sábado (29). O técnico ocupava o cargo desde fevereiro de 2012 e deixa o time sem ter ganhado nenhum título. O diretor-executivo da equipe, explicou o motivo da decisão em coletiva.

— Nós avaliamos que o clube precisava mudar e esta mudança começou pelo treinador. Tomamos esta decisão, que teve a concordância de todo o departamento de futebol com o presidente. Comunicamos o Vanderlei da sua saída de forma transparente e tenho certeza que ele sai do Grêmio pela porta da frente.


Ao ser questionado sobre o motivo que poderia ter levado ao afastamento do técnico o cartola foi direto.

— Nós entendemos que precisávamos de um fato novo para a retomada da competição (Campeonato Brasileiro). E não chegamos a esta decisão somente nessa sexta, mas já tínhamos algumas avaliações sobre isso e hoje comunicamos o treinador.


Após o comunicado oficial a Luxemburgo, os jogadores foram informados da saída do técnico pela direção do clube. A possível demissão já era uma sombra na vida do treinador desde a saída, tida como prematura, da Libertadores deste ano. O Grêmio passou no sufoco para a segunda fase e foi eliminado nas oitavas de final pelo Santa Fé.

Durante sua estadia na equipe gaúcha, Luxa acumulou um aproveitamento total de 52 vitórias, 21 empates e 18 derrotas em 91 jogos.