terça-feira, 17 de setembro de 2013

fb IRANIANO



Irã abre e fecha acesso a Facebook e Twitter


Durante anos, os usuários de internet do Irã se acostumaram a usar o Facebook e o Twitter através de VPN, um software que os conecta à internet através de computadores no exterior, driblando assim o bloqueio imposto pelo governo local

Na segunda-feira, 16, o recurso não foi necessário – pela primeira vez em muito tempo, foi possível acessar as duas redes sociais sem burlar o controle das autoridades.

Não foram poucos os iranianos que comemoraram a abertura nas redes sociais, agradecendo a Deus e ao novo presidente, Hassan Rouhani, que em sua campanha presidencial prometeu liberar o acesso dos cidadãos ao Twitter e ao Facebook.

Entretanto, de acordo com o ministro das comunicações Abdolsamad Khoramabadi, o que aconteceu foi “uma falha técnica”. A declaração de Khoramabadi frustrou as expectativas dos iranianos, que desde a posse do novo presidente Hassan Rouhani, em agosto, esperam uma redução da censura à rede por parte do governo.

O bloqueio às redes sociais foi restaurado na terça-feira, 17, e as postagens que comentavam a abertura da rede foram apagadas. Em junho, no calor do momento eleitoral, os iranianos enfrentaram lentidão e limitação de acesso a muitas páginas da internet, o que foi encarado no país como uma tentativa de impedir os cidadãos de organizar protestos e manifestações. De acordo com dados oficiais, o país tem cerca de 45 milhões de internautas.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

antigos sao os melhores mesmo...




Brinquedos antigos são os que as crianças mais querem
Pesquisa feita com mil crianças de até dez anos pela varejista Walmart mostra que os brinquedos retrô estão na moda

As crianças modernas preferem brinquedos antigos, segundo uma pesquisa que acaba de fer feita pela rede americana Walmart.

A onda de brinquedos retrô aparece em uma lista inédita que o Walmart divulgou nesta quinta-feira, 12. A rede de supermercados prepara-se para ampliar o espaço nas gôndolas destinado aos brinquedos do passado nos próximos meses.

Alguns dos velhos favoritos das crianças, como o boneco Elmo, as tartarugas Ninjas e o Furby estão voltando com força.

Orientação. As listas de brinquedos do momento, como a que o Walmart divulgou, servem de guia para os pais durante a temporada de compras natalinas. 

A lista pode não ter exatamente o que os filhos querem, mas servem como orientação das principais tendências ou dos prováveis sucessos de venda.

Este ano, o Walmart deu um passo além da pesquisa tradicional, permitindo a um grupo expressivo de crianças a opção de escolher o brinquedo que mais desejam, explica Scott McCall, vice-presidente sênior de brinquedos para o varejista.

"Nós nunca incluímos as crianças na tomada de decisão, e decidimos fazer isso este ano", disse McCall.

O Walmart convidou mil crianças entre 18 meses e 10 anos de idade para ajudar a identificar os brinquedos preferidos da temporada. 

Em anos anteriores, um grupo de compradores da rede varejista decidia o que deveria entrar na lista, explicou McCall.

Surpresas. A mudança na metodologia trouxe algumas surpresas, e a rede varejista teve de adaptar a sua lista de encomendas para a indústria.

Outros varejistas americanos planejam lançar suas listas de brinquedos mais desejados nas próximas semanas, e muitos deles têm iniciativas para tornar a temporada de férias menos estressante para os pais.

O rede Kmart vai continuar a permitir que seus clientes possam incluir sugestões, disse Jennifer Dominiquini, diretora de marketing de fitness, artigos esportivos e brinquedos. Uma lista online vai servir de localizador para os pais terem mais facilidade de encontrar as lojas onde os itens encontram-se disponíveis.

De acordo com a federação nacional dos varejistas dos Estados Unidos, o volume de importações deverá aumentar 5,1% a partir de setembro em comparação ao ano passado. Isto significa que os varejistas não estão mais com tanto medo de aumentar os estoques para o Natal deste ano.


"Estamos recebendo um inventário com base na demanda", afirma a diretora de relações públicas da indústria de brinquedos R Us, Adrienne O'Hara . "Estamos buscando aquilo que as crianças querem", disse ela.

Vendas. Alguns empresários estão preocupados com a lenta tendência de compras de volta às aulas e temem que isso possa continuar na temporada de férias.

No entanto, Jim Prata, CEO e editor-chefe do site TimeToPlayMag, diz que isso não deve ter efeito sobre as vendas de brinquedos.

Brinquedos educativos e de personagens e marcas licenciadas devem ser os itens mais populares este ano, disse Prata. "Estas são as categorias que são importantes para os pais".

"Estamos vendo um recorde de vendas de produtos licenciados este ano", diz ele.


Essas duas tendências são evidentes na lista do Walmart com o VTech Go! Go! Estação de Rodas Inteligente Playset, um conjunto de trem de educação para crianças de 1 a 5.

Elmo. O brinquedo Grandes Abraços da Playskool Elmo - que abraça, dança e canta para crianças também está na lista do Walmart, juntamente com a princesa, a boneca McStuffins e as mutantes Tartarugas Ninja .

O boneco Furby, da Hasbro, volta com um brinquedo interativo por meio de um aplicativo para iPhone.

"Eu acho que os pais brincavam com os mesmos brinquedos", disse McCall, comentando a popularidade dos brinquedos retrô.


"Embora tenham sido atualizados, há uma familiaridade com essas marcas", diz ele.

domingo, 8 de setembro de 2013

e cuidado para nao errar na "receita"



Enem: erro ortográfico vai tirar nota máxima da redação

A redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano não permitirá erros de ortografia para que o estudante obtenha a nota máxima, apesar de um dos textos apresentados nesta quinta-feira, 05, como exemplo pelo Ministério da Educação ter a palavra "espanhóis" escrita sem o acento em uma das três vezes em que é citada. De acordo com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, o exemplo foi proposital, mostrando que "situações limite" podem ser desculpadas - no caso, a aluna demonstrou que sabia a grafia correta em outras duas vezes e claramente esqueceu o sinal em uma das vezes.

O edital da redação deste ano prevê que "desvios gramaticais serão aceitos como excepcionalidade e quando não caracterizarem reincidência" - ou seja, esquecimentos como o da aluna usada como exemplo podem ser desconsiderados, desde que se possa ver que o estudante conhece a norma culta da língua. "O entendimento dos nossos especialistas é que isso mostra o completo domínio da norma culta. Você tem uma pessoa jovem sob pressão ali", diz o Luiz Claudio Costa, presidente do Instituto Nacional de Estatísticas e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão responsável pela prova.

O edital deste ano não vai deixar passar textos que tenham inserções sem nenhuma relação com o texto. No ano passado, vieram à tona redações em que os estudantes tinham colocado receitas de miojo e hinos de times de futebol no meio do texto. Segundo Luiz Claudio, o edital só previa nota zero para quem fugisse completamente ao tema da redação. Fugas parciais diminuíam a nota, mas não zeravam. Dessa vez, casos desse tipo anularam a prova.

O manual, que está ano estará disponível apenas na internet, esclarece dúvidas comuns dos estudantes, como por exemplo o número de linhas e a necessidade de colocar títulos, o que pode levar à nota zero - além dos casos citados, ter até sete linhas apenas, impropérios, desenhos, desrespeito aos direitos humanos - e que habilidades exatamente o estudante deve demonstrar. Também explica como será feita a correção.

Este ano o MEC também usará dois corretores e um terceiro será chamado caso a diferença de notas passe de 100 pontos - em 2012, era de 200 pontos. Com a redução, o ministério estima que mais da metade das provas terá que passar por um terceiro avaliador. Uma simulação foi feita e, nela, 52,9% das provas tiveram mais de 100 pontos de diferença na nota.

nosso dinheiro



Fundação Banco do Brasil dá R$ 36 mi a ONGs ligadas ao PT
Lista de organizações não governamentais e prefeituras que receberam verba está sob investigação

Controlada pelo PT, a Fundação Banco do Brasil firmou convênios de R$ 36 milhões com entidades ligadas ao partido e familiares de seus dirigentes. A lista de organizações não governamentais, associações e prefeituras beneficiadas está sob investigação da Polícia Civil do Distrito Federal. O banco faz auditoria nos contratos e parcerias.


Como o Estado mostrou na quinta-feira, a Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Deco) do Distrito Federal apreendeu documentos e computadores na sede da fundação, em Brasília. Dois DVDs e um CD foram retirados do gabinete do atual presidente da fundação, Jorge Alfredo Streit, ligado ao PT. Ele foi candidato ao governo de Rondônia pelo partido.

A posse na fundação, em junho de 2010, foi prestigiada por quadros importantes da sigla, entre eles cinco parlamentares e o então ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Luiz Dulci.

Streit sucedeu a Jacques Pena, filiado ao PT do DF, cuja administração foi marcada por repasses a entidades ligadas aos seus parentes, agora sob investigação. Com sede numa sala sem placa de identificação em Brasília, que fica trancada em horário comercial, só a Associação de Desenvolvimento Sustentável do Brasil (Adesbra) firmou parcerias de R$ 5,2 milhões desde 2003. O diretor executivo da entidade, Joy de Oliveira Penna, é irmão de Jacques e tem ligações com outras entidades contempladas com recursos.

Filiado ao PT de Goiás, Joy também participa da Rede Terra, como registra documento da fundação, obtido pelo Estado. Desde 2007, a entidade assinou convênios de R$ 7,5 milhões com a fundação. Com sede em Cristalina (GO), é dirigida por Luiz Carlos Simion, cujo irmão, Vilmar Simion, é coordenador executivo da Programando o Futuro, outra ONG contemplada com mais R$ 4,9 milhões para projetos de inclusão digital em Valparaíso de Goiás.

Os irmãos Pena são conhecidos por levar para a fundação a República de Caratinga, sua cidade de origem. Com a Associação dos Produtores Rurais e Agricultores Familiares de Santo Antônio do Manhuaçu, sediada no município, a fundação firmou convênio de R$ 1,05 milhão. A associação é comandada por dois primos de Jacques e Joy. "Tem razão de estar desconfiando, porque é parente, né?", admite o ex-presidente, atual tesoureiro da associação e primo da dupla, Sérgio Pena de Faria.

Segundo ele, o projeto desenvolvido na cidade, para aperfeiçoar técnicas de produção agrícola, foi apresentado por outra entidade, mas a fundação não a aceitou, pois a proponente tinha só dois anos de existência. Os dirigentes, então, pediram que a associação a substituísse.

"Cedi os documentos, mandaram para lá, onde que foi aprovado", conta Pena, negando favorecimento. "Essa associação não é igual a gente ouve falar aí que é só para desviar dinheiro. Pode dormir 'sono solto' que os documentos estão direitinho. Esse projeto foi o mais vigiado do Brasil", assegura, acrescentando que os fiscais da fundação fiscalizaram a execução e que houve prestação de contas.

Para Caratinga, a fundação mandou mais R$ 1,3 milhão para construir o Centro de Excelência do Café na gestão do ex-prefeito João Bosco Pessine (PT). A atual administração, do PTB, diz que teve de fazer obras adicionais para completar o projeto. Pessine não foi localizado.

Denúncia. A investigação da Polícia Civil começou a partir de denúncia de uma servidora da fundação, que está sob proteção policial e da área de segurança do Banco do Brasil. O órgão explica que as apurações são da sua alçada, e não da Polícia Federal, pois a fundação recebe recursos do banco, uma empresa de economia mista.

A funcionária teria recebido ameaças após delatar suposto esquema de desvio de recursos. Ela contou à polícia que a prestação de contas de algumas entidades não era analisada adequadamente. Não está descartado o afastamento do atual presidente da fundação, Jorge Alfredo Streit. A expectativa no Banco do Brasil é de que as primeiras conclusões da auditoria saiam neste fim de semana.

As denúncias sob investigação integram processo sob sigilo que tramita no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios. A fundação explica que não teve acesso aos autos. Recentemente, atendendo à solicitação, enviou informações ao Ministério Público do DF.


VIA ESTADAO

falta estudo...




Menos de 10% dos médicos da família do Brasil têm especialização na área

Ele chama o paciente pelo nome, sabe a lista de remédios que toma, quais doenças já teve e até quando é hora de tomar vacina. No dia a dia, o médico de família ainda faz visitas domiciliares, checa exames de rotina e dá bronca se as orientações não são seguidas à risca. Essenciais em comunidades carentes, eles conseguem resolver mais de 80% dos problemas de saúde que afligem a população, mas encontrá-los no Brasil não é tarefa fácil. São apenas 3.253 profissionais especializados, para uma demanda crescente, já estimada em 100 mil.

Pouco valorizada, a especialidade tem nome: Medicina de Família e Comunidade. Quem cursa está capacitado para atuar com políticas públicas específicas da atenção básica, como o Programa Saúde da Família (PSF), criado em 1994 pelo governo federal com o objetivo de proporcionar atenção integral à saúde do paciente. De lá para cá, porém, a residência na área pouco cresceu, apesar de cerca de 35 mil médicos trabalharem no ramo atualmente - mais de 90% sem a especialização.

Dar prioridade à atenção básica é uma das bases do Mais Médicos, do governo Dilma Rousseff. Tanto os brasileiros quanto os estrangeiros inscritos no programa vão trabalhar na chamada "porta de entrada" do sistema, que, bem estruturado, consegue resolver os problemas mais corriqueiros da população, como tratamento de doenças crônicas, atendimento de pré-natal e oferta de vacinas.

Segundo o Ministério da Saúde, há 34.185 equipes de PSF espalhadas pelo País. Juntas, elas alcançam 55,4% da população, ou 108 milhões de brasileiros. A meta do governo é atingir 75% de cobertura em 2020. Para isso, pelo menos mais 15 mil equipes devem ser formadas até lá. "Hoje, temos como investir nesse objetivo. Em 2012, o orçamento do programa chegou a R$ 3,2 bilhões. O que mais dificulta a expansão é a falta de médicos", afirma o diretor do Departamento de Atenção Básica do ministério, Heider Pinto.

Além do médico, enfermeiro, auxiliares de enfermagem, dentistas e agentes comunitários formam uma equipe de saúde da família. Na média, oito a dez profissionais trabalham em conjunto no atendimento de uma comunidade formada por 3 mil a 4 mil famílias.

Para o gestor, a ampliação da capacidade do programa passa pela restruturação do mercado, que não valoriza a formação generalista, e da universidade, que não investe na formação, seja com a oferta de vagas em residência ou cursos de capacitação. "Esse processo ainda passa por uma mudança cultural. Mesmo o paciente se sente mais importante quando vai a um especialista", diz.

O número escasso de vagas para a residência explica parte do déficit. Por ano, são 900 colocadas à disposição dos estudantes. Considerada a mais conceituada do País, a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) só oferece dez vagas, enquanto cardiologia tem 175 e neurologia, 123.

Incompletas. Na teoria, a medicina da família deve ser caracterizada pela atenção integral à saúde do paciente, a partir da criação de vínculos diretos com seus familiares e com a comunidade onde ele está inserido. Na prática, porém, o que se vê muitas vezes no Brasil é a completa descaracterização do conceito, com equipes trabalhando sem médicos ou médicos presos nas unidades básicas para suprir a demanda por medicina de urgência e emergência.

Na capital paulista, por exemplo, 13,2% das 1.288 equipes trabalham atualmente sem médicos. Outras 137 dão um "jeitinho" para manter os profissionais, com oferta de plantões reduzidos, de 20 horas semanais.

A dificuldade em atrair médicos para atuar nas periferias de São Paulo é refletida no número de consultas médicas realizadas pelo programa. No ano passado, foram 3,8 milhões. Ou seja: há pacientes que passam o ano todo sem ter contato com seu médico de família. Quadro que se repete em todo o País, até dentro das universidades.

fazemos qualquer negocio...




Agências tentam 'driblar' alta do dólar
Redução da margem de lucro e fixação de câmbio estão entre as estratégias para impedir a queda nas vendas de pacotes para o exterior

O brasileiro deve continuar viajando mesmo com a alta do dólar - ao menos no que depender das agências de turismo. De redução da margem de lucro e fixação de câmbio a marketing para destinos nacionais, as empresas do setor adotam estratégias para que o alto patamar do dólar - que subiu mais de 13% em relação aos últimos 12 meses -, não afugente os clientes.

Mas, para muitos, a alta do dólar já mexeu com os planos de viagem. Mesmo com as promoções anunciadas pelas agências de viagens e com a cotação da moeda americana dando uma trégua nos últimos dias.

Não foi possível conter o aumento de preços nos destinos internacionais - os pacotes ficaram, em média, de 5% a 10% mais caros em comparação ao primeiro semestre do ano, segundo a Associação Brasileira das Agências de Viagem (Abav). Porém, as agências têm negociado com os fornecedores para tentar amortecer o repasse da alta. "Quem está interessado em viajar para o exterior vai viajar ", afirma Leonel Rossi Junior, vice-presidente de Relações Internacionais da Abav. "Apenas 6,5 milhões de brasileiros viajam para fora todos os anos, ante uma população de 200 milhões. Mas esse número tende a aumentar mesmo com o dólar alto, pois as pessoas querem viajar e as agências estão cortando lucro."

Na agência Hotel Urbano, o preço de uma viagem para Buenos Aires teve aumento de 6% nos últimos dois meses. Já o pacote para Nova York subiu 8%. Para destinos como Orlando e Miami, o maior aumento: 13,5%.

Os porcentuais seriam maiores não fosse a estratégia de cortes. "Quando o dólar começou a subir muito, batendo R$ 2,40, diminuímos nossa margem de lucro", diz José Eduardo Mendes, cofundador do Hotel Urbano. "Uma margem que antes ia de 28% a 32% hoje já está em 18%", afirma. Com isso, a queda no movimento em relação a agosto de 2012 foi de apenas 2%.

Mendes também resolveu reforçar o marketing em destinos nacionais, cujo crescimento da demanda passou a ser notável no início de julho, quando o dólar beirava os R$ 2,30. "Queremos que clientes das Regiões Sul e Sudeste, que compravam muitos pacotes para Buenos Aires, Miami e Orlando, experimentem viagens para Norte e Nordeste, por exemplo."

Alípio Camazo, presidente da Decolar.com, notou aumento de demanda por destinos domésticos em julho e leve retraída na demanda internacional. "Isso é normal em tempos de volatilidade de moeda, mas já é possível observar que as coisas estão se acomodando."

Congelamento. Outras empresas lançaram mão de promoções de câmbio fixo. Em julho, a CVC fixou o dólar a R$ 1,99 para destinos como EUA e Caribe. Como resultado, os embarques e vendas antecipadas no período cresceram 10% em relação ao mesmo período em 2012. Na sequência, a empresa emendou outra promoção: em passagens da American Airlines para embarques em 2013 e 2014, o câmbio foi fixado a R$ 2,19, quando o dólar batia R$ 2,40. Na última semana, essa cotação foi expandida a todos os pacotes. "Por sermos a maior operadora e termos grande volume de vendas, podemos negociar e oferecer câmbio fixo", diz Sandro Sant'Anna, vice-presidente de canais de vendas da CVC.

Rossi, da Abav, acredita que o que mais pode pesar no bolso são as despesas individuais durante a viagem, o que levaria os brasileiros a ter de cortar as compras de 10% a 15%.

"azulzinho" era bom mesmo ein ...





Família descobre que falecido de 84 anos era “viciado em Viagra” e tinha 54 filhos


Enteada encontrou diversos frascos de Viagra e certidões de nascimento escondidas em apartamento do padastro.

Um americano que morreu aos 84 anos em Phoenix, Arizona (EUA), deixou 54 filhos que só foram descobertos pela família depois de seu falecimento. A enteada de Samuel Delbert Whitney descobriu, ao buscar alguns documentos no apartamento dele, diversos frascos de 100 miligramas de Viagra, além de uma pilha de certidões de nascimento.

Agora ela procura pelos filhos e mulheres com quem o padrasto se relacionou. “O que queremos é encontrar essas crianças e fazer com que elas saibam que têm uma família que os ama e que quer conhecê-las”, disse Lexie Woods.

A enteada disse que Samuel nunca comentou sobre os filhos. Em uma audiência no tribunal, ela relatou ter encontrado dados de que seu padrasto seria pai de 42 pessoas. Mas depois de falar com vizinhos, Woods chegou ao número de 54 filhos.



sábado, 7 de setembro de 2013

e o mundo esta perdido mesmo












Homem e preso ao tentar vender o proprio filho por 10 reais



Um homem foi preso ao tentar vender o filho de 11 meses por R$ 10 em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, na tarde de sexta-feira (6). De acordo com a polícia, o suspeito é usuário de droga e queria o dinheiro para comprar entorpecente.
O homem de 25 anos teria oferecido a criança a uma moradora do bairro. Ela chamou a polícia, que realizou a prisão em flagrante. O suspeito afirmou em depoimento que a mulher o abandonou com o bebê e que ele não tem condições de cuidar dele.
O Conselho Tutelar foi acionado e encaminhou a criança para a família materna. O homem já tinha antecedentes criminais e foi encaminhado ao presídio.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

e os jovens estao usando mais o "din din de plastico"





Os jovens de periferia impulsionaram o aumento da demanda por cartões de crédito no Brasil em 2013, segundo o levantamento “Radiografia sobre os solicitantes de Cartão de Crédito” da Serasa Experian. Em 2009 o grupo representava 22% dos novos solicitantes de cartão e atualmente soma 26% do total.
Com renda comprovada e potencial para futuras atividades de crédito, adultos com média de trinta anos e renda mensal média de R$ 1.428,78  (classificados pela pesquisa como “Assalariados Urbanos”) também formaram um segmento importante. O grupo representava 12% do total de consumidores brasileiros de cartões de créditos no ano passado, porcentual que subiu para 16%.

e vem ai o XBOX ONE




A Microsoft anunciou nesta quarta-feira, 4, que o Xbox One chegará ás lojas de 13 países — incluindo o Brasil — no dia 22 de novembro, uma semana antes do início das vendas do PlayStation 4 no País, no dia 29. O videogame da Sony será lançado nos Estados Unidos em 15/11.



Nos Estados Unidos, onde os estoques para a pré-venda já foram todos negociados, o Xbox One custará US$ 499. No Brasil, o videogame está disponível em pré-venda nas lojas de 14 varejistas parceiros por R$ 2.199. A entrega é prevista para 30 de novembro.
Em comunicado, o vice-presidente de marketing do Xbox, Yusuf Mehdi, também revelou que a capacidade de processamento do console foi aumentada de 1,6GHz para 1,75 GHz.
Curiosamente, não é a primeira vez que a Microsoft escolhe o dia 22 de novembro para lançar um novo produto — oito anos atrás, o Xbox 360 chegava ao mercado dos EUA e do Canadá no mesmo dia.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

bem merecido




Estuprador é caçado, castrado e morto por quase 80 homens em Papua-Nova Guiné

Condenado por estupros e suspeito de canibalismo, homem se passava por pastor luterano




Um homem conhecido como "Jesus Negro" em Papua-Nova Guiné, que matou uma jovem em um ritual de sacrifício humano, foi castrado e morto a machadadas por uma multidão enfurecida, informou a imprensa local.
Steven Tari, condenado por estupros e suspeito de canibalismo, foi morto em uma remota localidade de Papua-Nova Guiné na semana passada.
O jornal local The National afirma que Tari — que escapou de uma prisão de Madang ao lado de outros 48 detentos em março — foi caçado por quase 80 homens.
De acordo com o jornal, ele foi castrado e morto a golpes de machado. Depois, o corpo foi jogado em um buraco.



Tari, que se fazia passar por um pastor luterano, era amplamente conhecido como "Jesus negro". Ele foi condenado em 2010 a dez anos de prisão por estupros de mulheres que pertenciam a sua seita.
A polícia local informou que Tari e seus seguidores executaram na semana passada Rose Wagum, de 15 anos, como "sacrifício". A jovem foi esfaqueada diversas vezes.
O canibalismo e a magia negra são práticas noticiadas eventualmente na Papua-Nova Guiné, um vasto país da Oceania, ao norte da Austrália, que ocupa a parte oriental da ilha de Nova Guiné.
No ano passado, a polícia prendeu dezenas de pessoas acusadas de canibalis

domingo, 1 de setembro de 2013

cuidado



Menos cigarros, menos aditivos

Cada vez menos pessoas fumam no País. Em 2012, 12% da população adulta fumava. Em 2006, esse número era de 15%. Há duas décadas, cerca de um terço dos brasileiros era fumante. Os dados atuais, divulgados na última semana, são da Vigitel -pesquisa do Ministério da Saúde que monitora anualmente, por telefone, hábitos e comportamentos de 45 mil pessoas que moram nas capitais.

A pesquisa revela ainda que homens fumam mais do que mulheres e que os menos escolarizados representam uma parcela dos fumantes maior do que os mais escolarizados. Essa queda no número de fumantes reflete várias ações desenvolvidas nos últimos anos: a mudança na lei que proíbe o cigarro em ambientes fechados, o esclarecimento da população sobre os riscos associados ao cigarro, as imagens atemorizantes nos maços e tratamentos mais efetivos, entre outras.

Mas faltam mais alguns passos importantes para que ainda menos pessoas fumem. Uma das medidas discutidas é a proibição definitiva dos aditivos, que conferem gosto ou aroma ao cigarro. Nesse sentido, na última semana, houve um retrocesso. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou uma lista com 121 substâncias que ainda podem ser adicionadas ao cigarro - por mais um ano (quando nova avaliação será feita). Bom lembrar que em menos de um mês passa a vigorar a medida - aprovada em 2012 - que proíbe a indústria do tabaco de usar aditivos como mentol e cravo nos cigarros (o prazo para a retirada total desses produtos do mercado vai até março de 2014).

A lista provisória da última semana vai contra a medida geral de 2012, que havia proibido todos os aditivos. A motivação da proibição do uso de aditivos pelas autoridades e especialistas em saúde é clara. Os aditivos tornam o aroma da fumaça mais agradável, o que pode fazer com que o hábito de fumar seja mais atrativo, principalmente para os jovens, que são mais suscetíveis a desenvolver a dependência à nicotina. Alguns trabalhos chegam a mostrar que 90% dos adultos fumantes começaram a fumar antes dos 15 anos e que levam, em média, duas ou três décadas para conseguir largar o cigarro. A lista atual da Anvisa seria resultado da pressão da indústria do tabaco, que alega necessidade de usar essas substâncias para manter um sabor padrão.

A briga não ocorre apenas por aqui. No final de julho, o FDA (agência reguladora americana) divulgou uma revisão de estudos que mostrou que os cigarros mentolados são mais difíceis de serem abandonados, causariam maior dependência à nicotina e, potencialmente, mais danos à saúde. Nesse sentido, a agência pedia uma posição pública sobre uma eventual proibição ao uso de aditivos. Os mentolados não são proibidos nos Estados Unidos e respondem por 25% de toda a venda de cigarros naquele país.

Na Europa, a queda de braço também continua firme. Em Londres, em julho, os fabricantes conseguiram derrubar uma medida que, a exemplo do que já ocorre na Austrália, obrigaria a indústria a utilizar maços genéricos, sem marcas, destaques ou cores chamativas. Mas o preço do cigarro aumentou muito e a pressão contra os mentolados continua. Em setembro, em Bruxelas, a União Europeia planeja votar medidas para diminuir o número de novos fumantes (como banir aditivos e acabar com as embalagens de dez cigarros). Se aprovadas, elas ainda teriam de passar pelo crivo dos ministros de Saúde de cada um dos países europeus. Na Inglaterra, 8% dos cigarros consumidos são mentolados. Na Escandinávia, de 12% a 15%. Na Polônia, 18%. Segundo a indústria, a proibição aumentaria o risco da venda ilegal.

Do ponto de vista da saúde, o que puder ser feito para diminuir ainda mais o consumo é bem-vindo: ampliar campanhas de esclarecimento para os que têm menor acesso à educação, proibir aditivos, aumentar preços e tornar embalagens menos atraentes são medidas importantes para tentar reduzir os danos e as mortes provocados pelo cigarro.

ate que a ideia nao e ruim...



Garota do MS tatua no braço os remédios que provocam alergia
Universitária diz que médicos e hospitais ignoravam os avisos dela

O medo de ter uma reação alérgica grave fez com o que uma estudante de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, tatuasse no braço os nomes dos remédios que não pode tomar.  A medida surpreendeu até mesmo o tatuador.

A universitária Lauanne Araújo espera que o recado estampado na pele seja visto por profissionais da saúde em casos de emergência.

— Médicos e hospitais me davam medicação errada mesmo eu falando que era alérgica. Isso sempre foi um problema muito grande pra mim e pra minha família.

Segundo o médico, a alergia pode avançar, atingindo o aparelho respiratório e provocando uma sensação de sufocamento que requer socorro imediato.