domingo, 16 de junho de 2013

deu medo ne




Governo de SP chama manifestantes para diálogo
Anúncio ocorre depois de novo protesto, marcado para amanhã no Largo da Batata, conseguir mais de 180 mil confirmações pelo Facebook


O secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Fernando Grella Vieira, anunciou na tarde deste domingo, 16, que o governo estadual quer dialogar com os líderes do movimento que organizou as manifestações pela redução da tarifa de ônibus. A reunião acontecerá amanhã, às 10h, na sede da Secretaria de Segurança Pública (SSP), no centro da capital. O chamado ao diálogo é o primeiro realizado pelo governo e acontece depois de o protesto marcado para amanhã, às 17h, no Largo da Batata, conseguir mais de 180 mil confirmações pelo Facebook.


De acordo com Grella, a intenção é conversar com líderes do movimento para definir a rota da manifestação. "O objetivo é anunciar um convite para os líderes do movimento", disse o secretário. Ele afirmou ainda que o intuito é discutir "os prós e os contras do trajeto".

Ele não respondeu qual será a medida adotada caso os manifestantes desviem da rota combinada e disse crer em um protesto pacífico.

A SSP, segundo Grella, vai contatar líderes do Movimento Passe Livre e conta com a ajuda da imprensa para divulgar a informação

chega ser vergonhoso (3)




Grupo organiza um protesto neste domingo no Maracanã
Cerca de mil manifestantes entraram em confronto com a PM, que atacou bombas de efeito moral




Tropas da Polícia Militar (PM) do Rio voltaram a atacar os manifestantes no entorno do Maracanã, após o primeiro confronto, minutos antes, próximo ao viaduto Oduvaldo Cozzi, acesso à entrada principal do estádio.

Bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo foram atiradas contra as cerca de 500 pessoas que sentaram-se no asfalto, no acesso à vizinha Quinta da Boa Vista.

No momento do ataque, os manifestantes cantavam o "Hino Nacional". A PM alegou que precisava desocupar a via pública, parcialmente interditada pelos manifestantes. Mais uma vez, o protesto se dispersou.

Situada ao lado do local onde ocorreu o segundo tumulto, a estação São Cristóvão do Metrô foi fechada. Diversas pessoas queixaram-se de ter sido atingidas por jatos de spray de pimenta.

Afastados do tumulto por um cordão de policiais militares, os jornalistas conseguir ver, à distância, muita correria e tumulto.

Asmática, uma manifestante caiu ao chão no primeiro ataque da PM e teve que ser socorrida por colegas, já que tinha dificuldades de respirar em meio à fumaça. Não há ainda informações sobre outras vítimas. Também não se sabe se há presos pelos cerca de 20 PMs da Tropa de Choque e 16 profissionais da Força de Segurança Nacional, encarregados de reprimir o protesto.

O estudante Daniel Batista, um dos organizadores da manifestação, considerou arbitrária a ação policial, pois o protesto transcorria de maneira pacífica.

"Desde o princípio fizemos tudo certo. Entregamos ofício ao 4.º Batalhão da PM. O tempo todo negociamos, mas não houve diálogo. Cercaram os manifestantes. Fomos encurralados, quando a polícia deveria nos proteger", afirmou Batista.

Os manifestantes carregavam cartazes contra os gastos públicos com o evento e conclamam a população a se manifestar. "Copa para quem?", "Quando o povo parar de se conformar, o Brasil vai mudar" e "Desliga a TV e pensa" são alguns dos dizeres, parte deles em inglês.

No início, um grupo de 20 homens da Polícia Militar e da Força Nacional de Segurança acompanhavam o protesto, que reunia jovens, em sua maioria. Com bandeiras do Brasil, eles tentaram subir o viaduto que dá acesso ao estádio, mas foram barrados pela polícia, que garantiu a entrada das pessoas que tinham ingressos para assistir à partida. A situação deixou os torcedores amedrontados. Os manifestantes forçaram a passagem e a polícia conteve o grupo com spray de pimenta.

No sábado, antes da abertura da Copa das Confederações, o Estádio Nacional de Brasília (Mané Garrincha), palco do jogo entre Brasil e Japão, também recebeu um protesto contra os gastos públicos para a realização da competição. Com um cordão de isolamento, a polícia evitou que os manifestantes se aproximassem dos portões de acesso da arena. E a manifestação acabou em confronto com a PM.






tomara que nao mesmo.





Governo de SP descarta Tropa de Choque em novo protesto
'Acreditamos que não será necessário porque a manifestação se dará de forma ordenada', disse secretário de Segurança Pública Fernando Grella


Depois da atuação da polícia na última manifestação contra o aumento da tarifa de ônibus, criticada pelo uso de força, o governo do Estado descarta o uso da Tropa de Choque e de bombas de efeito moral no protesto marcado para esta segunda-feira, 17, que deve ser o maior dos já organizados pelo Movimento Passe Livre. "Acreditamos que não será necessário (usar setores como o Choque) porque a manifestação se dará de forma ordenada", disse o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, em coletiva de imprensa realizada na tarde deste domingo, 16, em São Paulo. "Temos convicção, certeza de que a manifestação ocorrerá pacificamente", reiterou Grella.


Na sexta-feira, o comandante-geral da Polícia Militar, Benedito Roberto Meira, afirmou que a Tropa de Choque era uma "reserva estratégica" e disse que a ação do grupo poderia ser requisitada no protesto desta segunda-feira. Na coletiva deste domingo, contudo, Meira mudou o discurso: "Nossa expectativa é que essa manifestação seja ordeira e que não haja em hipótese alguma necessidade do emprego da Tropa de Choque", afirmou. "Nós acreditamos que ela não será utilizada, não será empregada", completou o coronel.

O governo paulista espera os líderes do movimento nesta segunda-feira na Secretaria de Segurança Pública do Estado, no centro da cidade, para definição conjunta do trajeto da manifestação. Com o diálogo, segundo Grella, o protesto deverá ser pacífico, sem necessidade de uso de bombas de efeito moral. O secretário também disse que nada está descartado em termos de rota, ao ser questionado se o governo permitiria que a manifestação utilizasse a Avenida Paulista, por exemplo.

"Nós não queremos que se repitam os fatos que aconteceram na semana passada. Nós queremos que a nossa cidade preserve aquilo que é certo e que é natural: uma manifestação livre, legítima, de expressão, de pensamento", falou o secretário. Perguntado sobre a apuração de eventuais excessos na participação da polícia, Grella respondeu: "Quem se desviou das suas normas de ação e agiu abusivamente tem que responder de acordo com as normas."

O comandante-geral da PM, Benedito Meira, afirmou ainda que policiais que não portarem tarjeta de identificação, se reconhecidos por foto ou vídeo, serão responsabilizados, já que a orientação é para que todos se identifiquem.

Vinagre. No último ato contra o aumento da tarifa, participantes do protesto que portavam vinagre - usado para proteção pessoal contra o efeito tóxico de bombas de gás lacrimogêneo - foram detidos. Hoje, Grella garantiu que "ninguém será detido por portar vinagre", mas ressaltou crer que não será necessário que os manifestantes levem o produto para a manifestação. 

amanha havera mais protestos em Sao Paulo,ATENÇAO!!!




Organização de protesto vai filmar e denunciar ação de vândalos
Largo da Batata, em Pinheiros, vai receber 5º ato contra o aumento das passagens amanhã



Quem depredar o patrimônio público ou privado, atear fogo ou provocar a polícia na manifestação desta segunda-feira (17) contra o aumento das tarifas dos transportes públicos de São Paulo será filmado, identificado e denunciado pelos militantes do MPL (Movimento Passe Livre), do Juntos! e da Anel (Assembleia Nacional de Estudantes-Livre). O ato está marcado para as 17h, no Largo da Batata, em Pinheiros, zona oeste da capital.

A identificação de quem causa quebra-quebra durante as manifestações já começou na quinta-feira passada, quando os principais articuladores do MPL afirmaram que o protesto deveria se manter pacífico. A repressão da polícia com balas de borracha, cassetetes e bombas de efeito moral, contudo, aumentou a reação agressiva dos manifestantes e impediu a identificação daqueles que são considerados, para os militantes, uma "exceção".

Maurício Costa Carvalho, um dos integrantes do MPL, disse que o movimento não tem a "orientação de quebra-quebra e de confronto".

— Ficou evidente que em todos os momentos que isso aconteceu teve a ver com uma postura repressiva da polícia


Segundo ele, os militantes pretendem, com as denúncias, conter a ação dos punks e até mesmo localizar os policiais infiltrados na multidão.

— Os vídeos divulgados na internet mostram a polícia depredando o patrimônio público, que são as viaturas, para depois incriminar o movimento. Vemos um número grande de policiais infiltrados para tentar criar confusões que pudessem nos incriminar.

Após a ação da polícia no último protesto, a equipe que organiza as estratégias para segunda-feira afirmou que a reivindicação passou a ir além da redução da tarifa de ônibus.

Arielli Tavares Moreira, da executiva nacional da Anel, afirmou que "o transporte é a nossa pauta central, mas essa luta é da juventude, que nem sempre se organiza para combater a repressão".

— Não vamos aceitar a praça de guerra que aconteceu da última vez, em que se criou um clima de terror. As pessoas foram presas por portar vinagre e mais de 200 foram detidas sem prova por parte da Polícia Militar. Isso é um procedimento irregular e não vamos deixar que se repita.

Os militantes contaram que pretendem promover desta vez uma "radicalidade pacífica".

Mayara Vivian, militante do MPL, afirmou que o movimento "tem de aproveitar este momento histórico da cidade de São Paulo e do Brasil e vamos ocupar as ruas das cidades que nós construímos".

Os anúncios foram feitos após plenária realizada no último sábado (15) na sede do Sindsef-SP (Sindicato dos Servidores Federais de São Paulo), na Vila Mariana, zona sul. Na reunião, havia também membros do PSTU, da Apeoesp, do CSP-Conlutas e representantes do sindicato dos metroviários, dos servidores da Justiça e do Diretório Central dos Estudantes da USP.

Nos bastidores da plenária, integrantes negociavam por telefone a ampliação do protesto pelo País. A adesão de brasileiros no exterior também foi comemorada, pelo fato de a manifestação ter ganhado repercussão e apoio internacional.

Vivian disse que "a tendência é o movimento crescer sempre mais".

— A gente já está presente em várias cidades do País e isso vai continuar.

Adesão

Até 9h deste domingo (16), mais de 175 mil pessoas confirmaram pelo Facebook presença na quinta manifestação do MPL, no Largo da Batata. O movimento espera 30 mil pessoas. O ato contra o aumento da passagem de ônibus, agendado pela página do grupo, tem cerca de 1,5 milhão de pessoas convidadas.

Nenhum outro dos quatro eventos do grupo havia tido uma confirmação tão grande de pessoas na internet.

O texto de apresentação do evento, na página da rede social, diz que "a luta da população de São Paulo contra o aumento das passagens de um transporte que se diz público está cada vez maior e mais forte!".

— Nessa quinta (dia 13), uma manifestação de 20 mil pessoas, completamente pacífica, foi recebida a bombas e balas de borracha na Consolação. Ficou claro que a violência parte sempre da polícia.

Na sexta-feira, o comandante-geral da Polícia Militar, Benedito Roberto Meira, afirmou que vai colocar a Tropa de Choque na rua para evitar descontrole de manifestantes e vandalismo.

— Não sabemos quais serão a dimensão e a magnitude da manifestação. Preciso da Tropa de Choque.


chega ser vergonhoso (2)




Datafolha: avaliação do paulistano sobre transporte público é a pior em 26 anos
Ao todo, 55% dos entrevistados consideraram o sistema de transporte ruim ou péssimo


Em meio aos protestos que acontecem desde o início do mês, a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (15) aponta a insatisfação do paulistano em relação ao transporte público na capital. A avaliação dos entrevistados é a pior desde 1987 — quando foi feita o primeiro levantamento do tipo pelo instituto.

De acordo com a pesquisa, 55% das 815 pessoas ouvidas consideraram o sistema de transporte (incluindo ônibus, metrô e trem) ruim ou péssimo. O índice ficou 13 pontos percentuais acima do registrado em setembro de 2011.

Outros 29% afirmaram que o transporte público é “regular” e para apenas 15% ele foi considerado “ótimo”.


Meios de transporte 

Entre os meios de transporte, o ônibus foi o que teve pior avaliação: 54% o classificaram com “ruim ou péssimo”. Para 27% dos entrevistados, o coletivo é “regular”. Outros 16% o consideram “ótimo ou bom”.

O ônibus, de acordo com a pesquisa, é o meio de transporte mais utilizado na capital. Ao todo, 73% das pessoas ouvidas se disseram usuárias do sistema.

Já o trem, teve reprovação de 40% dos ouvidos, que classificaram o transporte como ruim ou péssimo. Para 23% ele é regular e para 15%, ótimo ou bom.

O metrô teve a melhor avaliação entre os usuários: 32% de ótimo ou bom e 34% de ruim ou péssimo.

chega ser vergonhoso




Em oito anos, número de passageiros de ônibus em SP aumenta 80% e frota diminui
Número total de viagens feitas pelos ônibus também teve queda no período



Nos últimos oito anos, o número de passageiros transportados nos ônibus paulistanos disparou, mas a frota total de coletivos diminuiu no mesmo período. Dessa maneira, mesmo com um aumento real de 30% no valor arrecadado nas catracas desde 2004, cada ônibus passou a transportar cerca de 80% mais passageiros em 2012.

O atual contrato de concessão do transporte coletivo na cidade foi assinado em 2004, na gestão de Marta Suplicy (PT). Naquele ano, 1,6 bilhão de passageiros foram transportados nos ônibus da capital — total contabilizado cada vez que alguém gira uma catraca de algum coletivo. Esse número disparou nos anos seguintes, principalmente após a adoção do bilhete único, que passou a permitir conexões gratuitas dentro de um certo período de tempo. Em 2012, os passageiros transportados chegaram a 2,9 bilhões.

No mesmo período, o valor arrecadado com o pagamento de passagens passou de R$ 3,3 bilhões — valor já corrigido pela inflação no período — para R$ 4,5 bilhões. Entretanto, a quantidade de ônibus circulando na cidade diminuiu ligeiramente em vez de crescer. Hoje, são 13,9 mil coletivos, ante 14,1 mil em 2004. O número total de viagens feitas pelos ônibus também teve uma ligeira queda no período, passando de 200 mil para 193 mil por dia útil. Ou seja: é mais gente sendo transportada pagando um valor mais caro, mas em menos ônibus e em menos viagens



Os números são da própria Secretaria Municipal de Transportes e foram compilados pela reportagem. Como revelam uma queda de conforto no sistema, eles ajudam a entender por que grande parte da população de São Paulo critica a qualidade do transporte coletivo na capital, bandeira que virou tema de protestos nas últimas semanas.

Eficiência

Uma das explicações para que o aumento da arrecadação não ter se traduzido em mais ônibus é a alta de custos do sistema, segundo especialistas. Isso aconteceu por dois motivos. "Em primeiro lugar, a inflação setorial é maior que a inflação ao consumidor amplo. Além disso, há um aumento da ineficiência do sistema nesse período", afirma o assessor técnico da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), Marcos Bicalho.


Esse crescimento na ineficiência está ligado à piora do trânsito na cidade ao longo dos últimos anos. Dos dez últimos recordes de congestionamentos registrados pela CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), oito ocorreram de 2008 para cá.

— Como a economia melhorou, é normal que você tenha mais gente usando o transporte público. Mas os ônibus estão fazendo menos viagens, porque ficam parados no congestionamento. Isso aumenta o custo de operação e resulta em uma piora no serviço, mesmo arrecadando mais.

A própria Secretaria Municipal de Transportes admite o problema, conforme atesta documento que faz parte da nova licitação da rede de ônibus. "O sobrecusto gerado pelas deseconomias advindas da falta de racionalização do sistema (...) recai sobre os usuários, que sofrem pela ineficiência do sistema, com o aumento dos tempos de viagens. Por outro lado, também são pressionados os custos do sistema, em especial os custos fixos representados pelo custo do capital e do pessoal operacional, além de um aproveitamento ineficiente da infraestrutura instalada", diz o órgão municipal.

A proposta do prefeito Fernando Haddad (PT) para melhorar esse cenário é justamente essa licitação. A ideia é criar 150 km novos corredores de ônibus - o que, segundo a Prefeitura, deverá aumentar a velocidade média dos coletivos nessas vias para 24 km/h - e outros 150 km de faixas exclusivas na direita. Além disso, as linhas seriam reorganizadas de maneira mais eficiente, privilegiando a conexão nos novos terminais e corredores. As concorrências para os ônibus e as vans somam R$ 46,3 bilhões.



VINAGRE pode





"Ninguém será detido por levar vinagre", garante secretário de segurança de São Paulo
 Governo convidará líderes do MPL  para reunião na segunda, quando está marcado novo ato


O secretário de segurança pública de São Paulo, Fernando Grella, anunciou neste domingo (16), que o governo do Estado convidará as lideranças do MPL (Movimento Passe Livre) para uma reunião na manhã de segunda-feira (17), mesmo dia em que está agendado o quinto protesto contra o aumento da tarifa do transporte coletivo na capital paulista.

— Queremos, na verdade, que os manifestantes exerçam seu direito de se expressar, de protestar e também queremos assegurar, a partir da reunião, que as pessoas que trabalham, que estudam e que querem voltar para casa possam fazê-lo da melhor forma possível.

O secretário acrescentou que o fundamental será definir, em conjunto, o trajeto que será percorrido pelos manifestantes.

— Com isso, faremos um ordenamento do trânsito, com bloqueio de ruas adjacentes, de modo que a população não saia prejudicada... Eles terão toda a garantia de que poderão se manifestar, realizar aquele trajeto. Queremos a reunião exatamente para isso.

Grella destacou que a “Polícia Militar tem condições de planejar, com algumas horas de antecedência, a melhor maneira de reduzir o incômodo para a população e de proteger os próprios manifestantes”. Disse ainda que um dos objetivos da reunião é assegurar uma "manifestação pacífica e ordeira", sem os atos de violência verificados no protesto de quinta-feira (13).

— São Paulo é uma cidade livre, uma cidade em que se pode exercer a cidadania. São Paulo não quer violência. Os paulistanos, mesmo os que não participam desse movimento, eles não querem que se repitam os fatos que aconteceram na semana passada. Sabemos que a maioria esmagadora dos que estão indo às ruas quer apenas expressar sua opinião e quer fazê-lo de maneira pacífica.

O secretário afirmou ainda que pretende garantir também a segurança dos profissionais da imprensa que atuarem na cobertura do ato e reiterou que "todos os fatos [de violência contra os repórteres] noticiados, todos eles estão sendo objeto de investigação.
Na última manifestação, ao menos 16 jornalistas ficaram feridos ou foram presos. Um deles, Piero Locatelli, da revista Carta Capita, foi detito por portar vinagre, que carregava para amenizar o efeito do gás lacrimogênio, usado pela polícia.
Sorrindo, Grella garantiu que "ninguém vai ser detido por estar levando vinagre".
— O que ocorre é que, às vezes, o policial se depara com um líquido e não sabe o que acontece. Achamos que vai ser tão pacífica [ a manifestação] que não vai precisar nem de vinagre nem de outro expediente.
O ato desta segunda-feira está agendado para as 17h, no Largo da Batata, zona oeste. Na página criada para divulgar o ato no Facebook, mais de 187 mim internautas confirmaram presença.

mais tumultos




Copa das Confederações: protesto contra aumento do ônibus fecha acessos ao Maracanã e causa tumulto
Manifestantes entraram em conflito com policiais na Radial Oeste


O movimento Operação contra o Aumento da Passagem dos Transportes Públicos, que vem organizando protestos em todo Brasil, se reúne desde as 14h30 nos arredores do Maracanã, onde Itália e México jogam neste domingo (16). Eles protestam também contra os altos investimentos feitos para o Brasil receber megaeventos esportivos, como as Copas das Confederações e do Mundo e a Olimpíada 2016.

A concentração de manifestantes fechou por alguns instantes a passarela do metrô que dá acesso ao Maracanã. Houve grande acúmulo de pessoas, a medida que as composições chegavam à estação.

Por volta as 15h, os manifestantes liberaram meia pista da passarela. No mesmo horário, eles interditaram a Radial Oeste, sentido Méier, na altura da estação São Francisco Xavier. Houve confronto com policiais, que disparam balas de borracha e bombas de efeito moral.

Às 16h, o Metrô Rio informou que a estação São Francisco Xavier foi fechada por motivo de segurança. Por volta das 16h40, o movimento seguiu para a rua São Francisco Xavier, na altura do Maracanã. A Radial Oeste voltou a ser interditada.



Confusão e quebra-quebra

Na noite de quinta-feira (14), manifestantes se reuníram no centro para reclamar do aumento das passagens de ônibus (de R$ 2,75 para R$ 2,95). O protesto terminou com a detenção de ao menos 19 pessoas. Três deles foram autuados na Delegacia da Mem de Sá (5ª DP) por danos ao patrimônio.

Assim como na segunda-feira (10), o movimento, que começou de forma pacífica, resultou em mais uma noite de pancadaria e quebra-quebra. Policiais e estudantes trocaram bombas e montes de lixo foram incendiados. Pedras e balas de borracha voaram pela avenida Presidente Vargas.

Durante a confusão, pelo menos um manifestante e um Polícia Militar foram atingidos por pedradas. Um jovem que não participava do protesto levou um tiro no olho esquerdo. Philippe Brissant de Lima, 20 anos, foi operado no hospital Souza Aguiar. A PM estima que cerca de 2.000 pessoas participaram da manifestação.


Vandalismo no Rio

A manifestação da última segunda também deixou rastros de vandalismo pela região, como muros pichados e janelas quebradas.

A polícia deteve 31 jovens envolvidos na confusão. Nove eram adolescente e 22 maiores de idade. Eles foram liberados no dia seguinte. De todos, apenas Sávio Dias Espanner, de 18 anos, teve de pagar fiança de um salário mínimo para ser liberado. Ele foi flagrado quebrando a moto de um policial do Batalhão de Choque.

Será instaurada investigação para apurar a participação dos demais manifestantes pelo mesmo crime, além de arremesso de artefato em via pública e desobediência.



sexta-feira, 14 de junho de 2013

lamentavel




Fotógrafo atingido por bala de borracha corre o risco de perder a visão
Sérgio Silva trabalha na agência Futura Press e estava participando da cobertura jornalística do protesto contra aumento de tarifas do transporte público nessa quinta-feira, 13

Um fotógrafo foi atingido no olho por uma bala de borracha durante a manifestação contra o aumento de tarifa do transporte público nessa quinta-feira, 13, no centro de São Paulo. Sérgio Silva trabalha na agência de fotografia Futura Press e estava participando da cobertura jornalística do protesto quando foi atingido. Segundo o colega de trabalho Edno Luan, também da Futura Press, familiares disseram que ele corre o risco de perder a visão.


Inicialmente, Silva foi internado no Hospital Nove de Julho e ainda na madrugada desta sexta-feira, 14, ele foi transferido para o Hospital de Olhos Paulista. Segundo boletim médico, o fotógrafo sofreu trauma ocular no olho esquerdo, apresenta lesões oculares e fratura de órbita. "Será reavaliado e no momento não é possível afirmar o prognóstico visual", informou, em nota, Mauro Campos, diretor clínico do Hospital de Olhos Paulista.

Durante o protesto nessa quinta-feira, policias da Rota, fora do foco de confronto, dispararam aleatoriamente balas de borracha contra pessoas que estavam na rua. A reportagem do Estado, que se identificou antes da ação, também foi alvo dos PMs.

A repórter Giuliana Vallone, da TV Folha, levou um tiro de bala de borracha no olho e o fotógrafo da Folha de S. Paulo Fábio Braga foi alvo de três disparos. “A Polícia mirou em cima de mim.” O jornalista Piero Locatelli, da revista Carta Capital, foi detido por portar uma garrafa de vinagre. Levado ao 78º DP (Jardins), foi liberado à noite.

O secretário da Segurança Pública, Fernando Grella, determinou a apuração dos episódios com profissionais da imprensa.


novo termo na Wiki







Com aumento da busca no Google, ‘Revolta do Vinagre’ vira termo no Wikipedia

O vinagre ganhou fama do dia para a noite. O termo, após ser um dos mais procurados hoje no Google,segundo o site trendsmap.com, entrou para a lista do Wikipedia.


Com humor, a "Revolta do vinagre" é descrita como a série de passeatas contra o aumento da passagem de ônibus e metrô em São Paulo, de R$ 3 para R$ 3,20.

Segundo a descrição do termo, "o nome popular 'Revolta da Salada' é devido à 'suposta' proibição do uso de vinagre no protesto". O produto costuma ser usado pelos frequentadores assíduos de manifestações pela sua qualidade química de abrandar efeitos do gás lacrimogêneo, outra presença garantida nos protestos que terminam em choque com a polícia.

Na economia, o vinagre também foi vilão em maio, subindo quase nove vezes acima da inflação, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas da USP (Fipe). O vinagre subiu 0,86% em maio, enquanto a inflação média dos produtos pesquisados ficou em 0,10%.

bastante populoso ne...




ONU: População mundial é de 7,2 bilhões de pessoas


A população do planeta Terra atingiu 7,2 bilhões de pessoas, informa a Organização das Nações Unidas (ONU) no estudo "Perspectivas de População Mundial", divulgado hoje. E, de acordo com as projeções de crescimento demográfico apresentadas pela entidade, a população mundial deve chegar a 8,1 bilhões de pessoas em 2025 e 9,6 bilhões em 2050.

O documento prevê que a população da Índia ultrapassará a da China em algum momento de 2028, quando os dois países terão população aproximada de 1,45 bilhão.

O estudo nota que houve uma queda rápida das taxas globais de fertilidade, mas não em velocidade suficiente para evitar um salto significativo da população mundial nas próximas décadas, principalmente em países emergentes. Fonte: Associated Press.

esperança?




Governo anunciará remédios biológicos para câncer

rnacionais detêm as patentes e farão parcerias com os laboratórios públicos, com a garantia da compra governamental para fornecer os medicamentos à população", disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

De acordo com Padilha, o Grupo do Complexo Industrial de Saúde terá reuniões até segunda-feira, 17, para definir as empresas das PDPs, e os detalhes dos produtos serão apresentados na terça-feira, 18. "São medicamentos biológicos de alta tecnologia e caríssimos, cujos tratamentos custam de R$ 10 mil a R$ 20 mil por mês e que serão produzidos no Brasil", afirmou. Ele, que esteve nesta sexta-feira em São Paulo, afirmou que a parceria para esses novos remédios é semelhante à fechada entre a Biomm e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para a produção nacional de insulina, cujos investimentos estimados somam R$ 430 milhões.

parece do outro mundo !!!



Bandeja voadora é estratégia de rede inglesa para chamar atenção e lotar o restaurante
Rede inglesa trocou garçom por avião-robô na cidade de Londres; drone já é alternativa até para entrega de pizza pelo mundo


Uma rede de sushi ganhou destaque do público e da imprensa nesta semana por inovar no atendimento aos clientes. A YO! Sushi, já famosa por ter sido a primeira de Londres a adotar o conceito de  “sushi em movimento” - em que duas esteiras circulam com os pratos recém preparados pelo entorno do estabelecimento - desta vez deu um passo além. A casa introduziu a bandeja voadora, capaz de entregar os pedidos inclusive nas mesas localizadas do lado externo, na calçada do restaurante.

Batizado de iTray (iBandeja, em tradução livre), a inovação é adotada como estratégia para impulsionar as vendas dos novos pratos da casa, uma linha de hambúrgueres com inspirações orientais. Seu funcionamento é  possível graças a um pequeno avião-robô, também conhecido como drone ou, no Brasil, veículo aéreo não tripulado (Vant). Equipado com um sistema de Wi-Fi, o aparelho se integra a um tablet, por sua vez, operado por um funcionário do estabelecimento.

No momento, o iTray voa apenas em uma unidade da rede, na Poland Street, no centro da capital inglesa. Mas a expectativa dos fundadores, em entrevista ao jornal britânico The Telegraph, é de que, após um período de testes, a inovação possa ser ampliada para toda a cadeia de lojas, que hoje se estende pelo Reino Unido.

A ideia parece excêntrica, mas é bom que o empresário abra os olhos para a massificação dos drones pelo mundo e como o mercado, sobretudo as redes de alimentação, começam a explorá-los como diferencial competitivo.

Recentemente, a norte-americana Domino's Pizza divulgou um vídeo em que demonstra como seria o uso deste veículo, por eles denominado como Domicopter, para levar as encomendas até a casa dos consumidores (assista o vídeo no final da matéria).

O local escolhido para o teste foi justamente no Reino Unido. De acordo com nota à imprensa, a rede afirma que "o objetivo da iniciativa é estudar novas formas de entrega de produtos"

De volta ao Brasil, o Estadão PME publicou no final de maio uma matéria que indica que, apesar de envolver alta tecnologia, os drones não estão tão distantes assim do mercado nacional. A matéria contou a história do brasileiro Giovani Amianti, engenheiro mecatrônico e sócio da XMobots. Aos 30 anos de idade ele acaba de lançar o primeiro drone com tecnologia nacional com decolagem, plano de voo e aterrissagem totalmente automáticas. O empresário já fatura R$ 1,4 milhão em 12 meses com seu empreendimento e, para o próximo ano, espera dobrar essas receitas.