quarta-feira, 17 de abril de 2013

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Novo clipe de PSY, Gentleman supera 100 milhões de visualizações no YouTube




Após ganhar o mundo com o hit Gangnam Style, o rapper sul-coreano PSY bateu um novo recorde nesta quarta-feira (17) ao superar as 100 milhões de visualizações no YouTube com o clipe de seu novo sucesso, Gentleman, lançado há apenas seis dias.

Após sua estreia na última sexta-feira, "Gentleman" já ultrapassa as 110 milhões de visualizações e, pelo que aparenta, deverá superar o êxito alcançado por Gangnam Style, que, no último ano, demorou 51 dias para atingir os nove dígitos no número de reproduções no mesmo portal.

O novo single de PSY aparece como a primeira recomendação na página inicial do YouTube, algo que, unido à devoção dos sul-coreanos por seu novo ídolo, poderia manter essa rápida ascensão do clipe. Na manhã desta quarta-feira, por exemplo, Gentleman liderava as listas de downloads do iTunes em 42 países, entre eles Argentina, Brasil, Egito e Suécia, enquanto nos EUA e no Reino Unido, de onde partem as tendências globais da música pop, ocupava a décima terceira e sétima posição, respectivamente.


Com um refrão que diz "sou uma mãe, um pai e um cavalheiro", o novo hit de PSY, cujo nome real é Park Jae-sang, apresenta uma sátira sobre um homem vulgar que denomina a si mesmo como um "gentleman" (cavalheiro). Além disso, a nova faixa do rapper sul-coreano parece seguir a mesma receita de seu hit anterior, já que o tempo e as bases eletrônicas são bem similares às de Gangnam Style, tema com o qual Psy deixou o anonimato e alcançou fama mundial.

No entanto, em comparação com Gangnam Style, Gentleman explora mais termos em inglês e menos em coreano, uma aparente tentativa de facilitar seu êxito nos mercados estrangeiros. Apesar de seu grande sucesso inicial, Gentleman ainda está longe de alcançar o mesmo feito de Gangnam Style, que, com mais de 1,5 bilhões de visualizações, aparece como o clipe mais visto na história do YouTube.

Exercício aeróbico pode reparar danos cerebrais causados pelo álcool

Caminhadas e corridas regulares estão associadas a menos prejuízos à "matéria branca" do cérebro entre usuários pesados de álcool




O exercício aeróbico pode ajudar a prevenir e, talvez, até mesmo reverter alguns dos danos do cérebro associados ao consumo excessivo de álcool, de acordo com estudo da Universidade de Colorado Boulder, nos EUA.

Os resultados indicam que o exercício aeróbico regular, como caminhar, correr ou andar de bicicleta está associado com menos danos à "matéria branca" do cérebro entre usuários pesados de álcool.

A substância branca, juntamente com a matéria cinzenta, são dois componentes físicos principais do órgão. Substância branca é composta por feixes de células nervosas que atuam como linhas de transmissão para facilitar a comunicação entre as várias partes do cérebro.

"Descobrimos que as pessoas que bebem muito e praticam muito exercício físico, não houve forte relação entre álcool e substância branca. Mas para as pessoas que bebem muito e não fazem exercício, nosso estudo mostrou que a integridade da substância branca está comprometida em várias áreas do cérebro. Basicamente, significa que a matéria branca não está enviando mensagens entre as áreas do cérebro tão eficientemente como normal", explica a autora do estudo Hollis Karoly.

O trabalho foi publicado na revista Alcoholism: Clinical & Experimental Research.

Segundo os pesquisadores, o estudo é preliminar, mas promissor. "Do meu ponto de vista, a principal constatação é a possibilidade de que o exercício pode ser capaz de ou proteger ou reverter alguns dos danos que o uso pesado de álcool causa no cérebro", afirma a coautora Angela Bryan.

A equipe avaliou 60 pessoas, 37 homens e 23 mulheres, que vão desde bebedores moderados a bebedores pesados e que foram retirados de um maior número de pessoas em estudo para o álcool e as questões de nicotina.

Os participantes do estudo realizaram um teste padrão escrito conhecido como o Alcohol Use Disorders Identification Test, usado para detectar o consumo perigoso ou nocivo de álcool. Os participantes também auto-relataram seus sucessos ou fracassos na tentativa de controlar o consumo, bem como a quantidade de exercício que eles estavam praticando.

Cada um dos participantes fez um teste modificado de MRI conhecido como tensor de difusão, ou DTI. As imagens permitiram aos pesquisadores rastrear a posição e orientação das moléculas viajando paralelamente à axônios, ou fibras nervosas, na substância branca. DTI permite aos pesquisadores observar a orientação dos axônios, diferentes cores representavam diferentes direções de viagem, fornecendo informações valiosas sobre a comunicação do cérebro.

A equipe olhou para várias partes do cérebro, incluindo a cápsula externa, uma coleção de fibras de substância branca que ligam as diferentes camadas do cérebro. Eles também verificaram o fascículo longitudinal superior, dois longos feixes de neurônios que ligam as partes da frente e de trás do cérebro, que é a maior parte do cérebro e acredita-se ser o lugar de origem do pensamento, percepção, julgamento, tomada de fazer e imaginação.

"O que nossos dados sugerem é que, além de simplesmente dar às pessoas uma saída diferente para os desejos ou impulsos para o álcool, o exercício pode também ajudar a reparar o dano que pode ter sido causado no cérebro. Pode até ser uma abordagem de tratamento mais promissor para os problemas do álcool, porque é ao mesmo tempo um tratamento comportamental e um tratamento que tem o potencial de tornar o cérebro mais saudável. Quanto mais saudável o cérebro, mais provável que uma pessoa com problemas de álcool se recupere", conclui Bryan.

Trabalhador brasileiro deve trabalhar o dobro do que deputado no Congresso em 2013




Os deputados federais devem cumprir expediente na Câmara durante praticamente metade do tempo que os demais trabalhadores brasileiros ficam no serviço durante o ano de 2013. Enquanto a população trabalhará, em média, 221 dias em 2013 (365 dias do ano menos um mês de férias, finais de semana e feriados nacionais), a maioria dos parlamentares deve comparecer à Câmara dos Deputados em 114 dias, o que corresponde a menos de quatro meses, de acordo com levantamento do R7.

Os deputados chegam a ficar mais de cinco meses longe do trabalho. No total, serão 162 dias em 2013. O levantamento considera que, às segundas e sextas-feiras, teoricamente, os deputados devem ir ao Congresso, mas não são obrigados a registrar presença na Câmara. Além disso, a pesquisa leva em conta os dias úteis que são "emendados" em feriados, pontos facultativos e os recessos parlamentares (janeiro, julho e dezembro).

Se forem considerados ainda os fins de semana, o tempo de descanso dos deputados pode chegar a 251 dias, mais de oito dos 12 meses do ano.

A conta, claro, não vale para todos, mas para a maioria. Há parlamentares que ficam em Brasília e dão expediente no Congresso de segunda a sexta-feira. Mas basta percorrer os corredores da Câmara nestes dias para perceber que esses casos são cada vez mais raros.

Historicamente, os parlamentares concentram os trabalhos legislativos entre terça-feira e quinta-feira. A justificativa é que eles precisam visitar as bases eleitorais para estar perto dos eleitores e poder atender às demandas da população. Mas com essa prerrogativa, o que se vê na prática é um esvaziamento completo do Legislativo na maior parte do ano.

Enquanto a maioria dos trabalhadores precisa comparecer ao trabalho de segunda a sexta-feira, os deputados são obrigados a ir à Câmara dos Deputados apenas em dias de sessão deliberativa, ou seja, quando tem votação. Essas sessões ocorrem normalmente nas terças, quartas e quintas-feiras. Se não forem e não justificarem a presença, têm R$ 800 descontados, por dia.

Em outubro do ano passado, a ausência dos parlamentares às segundas e sextas foi oficializada quando foi aprovada uma resolução que proíbe que sessões ordinárias sejam marcadas nestes dias. A decisão foi criticada por alguns parlamentares, que alegaram que o tempo para aprovar as leis do País ficou muito curto.

A decisão também abriu espaço para oficializar grandes pausas do Legislativo quando há feriados nacionais. Se houver um feriado no meio da semana, os parlamentares emendam e nenhuma sessão é feita.

Foi o que aconteceu no Carnaval deste ano. Nenhuma sessão deliberativa foi realizada entre os dias 8 e 18 de fevereiro. Na Quarta-Feira de Cinzas, o site da Câmara não tinha agenda prevista. Na quinta-feira e sexta-feira pós-feriado, houve apenas uma sessão de debates, com poucos presentes.

Na Semana Santa não foi muito diferente. O feriado foi na sexta-feira, mas entre os dias 25 de março e 1º de abril os deputados fizeram apenas uma sessão deliberativa, na terça-feira (26). Na quarta-feira, a sessão foi encerrada e, na quinta-feira, foi um dia sem agenda oficial.

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Com tantas ausências permitidas, o comparecimento dos parlamentares ao local de trabalho será bem diferente dos demais trabalhadores brasileiros, que têm 30 dias de férias, 11 dias de feriado e os fins de semana normais. Os demais trabalhadores vão folgar 144 dias, pouco mais de quatro meses. Ou seja, vão trabalhar 221 dias em 2013, ou quase oito meses.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Escola proíbe calça legging pra manter atenção dos alunos



Depois de banida das salas de aula em escolas dos estados de Minnesota e Pensilvânia, nos Estados Unidos, a calça legging tem seu uso cada vez mais apertado nos colégios da Califórnia, um dos mais liberais do país.

Segundo a rede de TV norte-americana ABC News na segunda-feira (15), o colégio Kenilworth chamou todas as garotas da instituição para informar que calças de yoga, calças legging e mesmo jeans apertada estavam proibidas porque desviam a atenção dos alunos. 

O uso da legging só é permitido se acompanhado de uma saia um short. Segundo a diretora da Kenilworth Junior High, Emily Dunnagan, o tipo de calça se tornou popular entre as garotas, mas muitas são excessivamente finas


— O problema é quando a garota se abaixa.

Apesar do desapontamento de alunos e alunas, os pais apoiaram a medida. Segundo pais de alunos da escola entrevistado pela revista Time, a proibição ajuda a conter a fase de explosão hormonal dos garotos e estimula o uso de roupas mais apropriadas ao ambiente escolar.

Mais de 20% dos brasileiros têm pressão alta




A hipertensão atinge 22,7% da população adulta brasileira. Desse total, o diagnóstico em mulheres é mais comum, 25,4%, e em homens 19,5%. Os dados são da mais recente pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2011, da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde.

O coordenador da campanha nacional contra a hipertensão da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia) Carlos Alberto Machado garante que a mudança de perfil da mulher brasileira é um dos fatores que podem explicar a maior incidência de pressão alta.

— A mulher ocupou um espaço na sociedade igual ao do homem. Ela está submetida às mesmas situações de estresse e ainda tem dupla jornada. Além de trabalhar fora, chega em casa e faz as lições com as crianças, vai ao supermercado. Ela tem uma carga de trabalho maior e ainda está fumando mais. Inclusive vem aumentando, gradativamente, a mortalidade entre mulheres por doença cardiovascular.


Ainda conforme a pesquisa, há diferença entre níveis de escolaridade. Enquanto na faixa de mulheres com até oito anos de escolaridade 34,4% informaram diagnóstico de hipertensão, entre as de nível superior foram 14,2%.

— As mulheres com menos escolaridade, em geral, têm menos informação e menos acesso aos serviços de saúde para fazer o diagnóstico. Tenta marcar uma consulta na saúde básica no posto de saúde perto da sua casa. Hoje uma das grandes lutas da sociedade é qualificar a atenção básica e facilitar o acesso na rede primária que é porta de entrada do sistema de saúde qualificado.


O cardiologista alertou que os números podem ser maiores, porque a pesquisa é feita por telefone fixo e nos horários em que as pessoas são encontradas em casa. Agora, de acordo com ele, o questionamento deve ser ampliado porque a pesquisa vai começar a ser feita também em celulares.

— A gente acredita que os números são subestimados e que o número real é maior do que os dados do Vigitel, mas mesmo subestimados são muito altos. A gente precisa melhorar isso.


Pelos cálculos da SBC, o Brasil tem, atualmente, cerca de 32 milhões de hipertensos com mais de 20 anos de idade. Segundo o coordenador, o grande problema é que a maioria dos hipertensos nem sabe que tem a doença.

— Inicialmente ela não dá sintomas e apesar de não dar sintomas ela vai causando uma série de lesões em vários órgãos. Ela pode lesar o coração, o cérebro, os rins, os olhos.

De acordo com o cardiologista, a hipertensão é responsável por 80% dos derrames, por 40% de doenças como infarto e 37% dos casos de insuficiência renal, que levam os doentes à diálise. Ele disse que não tem cura, mas com tratamento é possível controlar em 100%.

Para Machado, diante das possibilidades de acompanhamento médico e de remédios disponíveis nas redes de atendimento público, não se justifica mais a internação e a morte de pessoas hipertensas.

— Hoje com todo conhecimento que a gente tem, com todas as classes de remédios de graça na rede, não se justifica mais internar ninguém por hipertensão e nem morrer ninguém por hipertensão.

Ele destacou ainda, que quando se analisa os dados de mortalidade do Sistema de Informação de Mortalidade do Ministério da Saúde, verifica-se que em torno de 12% das pessoas que morrem, está no atestado de óbito que a principal causa é a hipertensão.

— Então é importante chamar atenção da população da necessidade de medir a pressão. Se ela estiver alterada, maior ou igual a 140 por 90, a pessoa deve procurar o médico confirmar este diagnóstico e depois de confirmar, iniciar o tratamento.

Segundo ele, há duas formas de tratamento, o medicamentoso e o não medicamentoso.

— O não medicamentoso são as mudanças no estilo de vida, diminuir o sal da comida, emagrecer, fazer uma atividade física regular, evitar o estresse e o uso abusivo de bebida alcóolica e abandonar o tabagismo. O tratamento medicamentoso é individualizado, depende de cada pessoa. A mudança no estilo de vida também faz parte do tratamento. Tem pessoas que só com isso consegue controlar a pressão, mas na grande maioria, a gente precisa prescrever o remédio, que será usado para o resto da vida.



Anvisa deve aprovar redução de iodo no sal




A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) deve aprovar nesta terça-feira (16) uma regra que reduz os níveis de iodo adicionado ao sal. Para a agência, a mudança, discutida desde 2011, é necessária por causa da alta quantidade de sal presente na dieta da população brasileira. O consumo excessivo de iodo pode levar à tireoidite de Hashimoto. Provocada por uma falha no sistema imunológico, a doença faz com que o organismo não reconheça e passe a atacar a tireoide, provocando o hipotireoidismo. Pessoas com tireoidite têm fadiga crônica e ganho de peso. “

Em excesso, o iodo faz mal à saúde. Por isso temos de rever os padrões”, diz o diretor da Anvisa, José Agenor Álvares da Silva.

Pela estimativa do governo, o brasileiro consome, em média, 8,2 gramas de sal diariamente. A OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda que, para esse padrão de consumo, a faixa de iodação fique entre 20 a 40 miligramas para cada quilo de sal. A proposta em estudo na Anvisa se ajusta a esses parâmetros e prevê uma faixa de adição de 15 a 45 miligramas de iodo para cada quilo de sal. Atualmente, a relação é de 20 a 60 mg por quilo.


O alerta sobre a necessidade de mudança foi dado em 2007 com base em pesquisas feitas pela OMS que mostravam que o País era um dos maiores consumidores de iodo no mundo, numa proporção acima do que é considerado adequado. Álvares da Silva conta que a discussão na Anvisa foi proposta pelo Ministério da Saúde. Um grupo de trabalho, com representantes do governo e especialistas, foi formado para avaliar a mudança.

Cronograma

Segundo a Anvisa, a faixa agora proposta tem o aval de representantes do setor produtivo. A mudança, porém, não seria imediata. A resolução, se aprovada, prevê um cronograma para a redução nos níveis. A adição do iodo no sal foi adotada no País para prevenir dois problemas: o cretinismo e o bócio.

O primeiro é provocado pela deficiência do nutriente na gravidez — estudos mostram que um terço das crianças que não recebem a quantia adequada do iodo durante a gestação apresenta problemas no sistema nervoso central, e outro terço, deficiência cognitiva. O bócio, por sua vez, é provocado pela falta do iodo em adolescentes e adultos

Projeto de Lei proíbe venda de armas de brinquedo no DF




O GDF (Governo do Distrito Federal) lançou a campanha “Brasília entra em campo por um mundo sem armas, sem drogas, sem violência e sem racismo”, tema social da Copa do Mundo de 2014.

A primeira iniciativa é o projeto “Arma Não é Brinquedo. Dê Livros”, quando o governador Agnelo Queiroz assinou o Projeto de Lei que proíbe a venda de armas de brinquedo no DF.

A iniciativa partiu da Sejus (Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania), por meio da Subsecretaria de Proteção às Vítimas e parceiros, e é apoiada pela Associação Comercial do Distrito Federal. Caso a CLDF (Câmara Legislativa do DF) aprove o projeto de lei, o Distrito Federal será a primeira unidade da Federação a adotar tal medida.

— A troca de brinquedos que remetem à violência é uma providência necessária e urgente para consolidar uma cultura de paz entre nossas crianças e jovens, destacou o governador Agnelo Queiroz.


Já o secretário da Sejus Alírio Neto disse que a medida também tem caráter educativo.

— Do total de mortes no DF por arma de fogo, 60% são vítimas com idade entre 15 e 29 anos. Por isso a importância de incentivar atividades de caráter construtivo e de agregação social.

O projeto-piloto “Arma Não é Brinquedo. Dê Livros” já foi implantado em Ceilândia, região administrativa do DF, com o apoio da Secretaria de Estado de Educação do DF (Regional de Ensino).

A iniciativa pretende estimular comportamentos pacíficos de resolução de problemas a partir de atitudes como a substituição de brinquedos associados à violência e à solução de conflitos pela força por livros e brinquedos construtivos, e o diálogo entre pais e filhos sobre a violência em casa e na comunidade para oferecer estratégias de enfrentamento saudáveis e positivas.

O projeto também propõe construir, nas crianças e nos jovens, a identidade e a responsabilidade pela paz, dentro e fora da escola; valorizar, nas crianças, nos jovens e nos ambientes escolar e familiar, a reflexão crítica e as atitudes positivas em relação ao desarmamento e demais temas ligados à busca por paz em sua cidade, no país e no mundo; além de promover a construção da cultura de paz e não violência por meio de atitudes cotidianas e posturas de atenção, gentileza e solidariedade.

Estudantes dos anos iniciais participarão da Gincana da Paz, e alunos dos anos finais participarão do concurso que escolherá as melhores propostas de combate à violência na cidade.

A equipe de preparadores e treinadores é reforçada por 40 jovens multiplicadores com experiência em ações de promoção da paz, indicados pelos parceiros.

As crianças dos anos iniciais terão quatro semanas de atividades, com a Gincana da Paz. Todos serão premiados com livros e certificados de Promotor da Paz. Na última semana da gincana haverá troca de armas de brinquedo por livros.

Os adolescentes dos anos finais desenvolverão, durante três semanas, no contraturno, projetos de combate à violência na comunidade. Para concorrer, eles formarão equipes de seis alunos e contarão com o apoio dos jovens Multiplicadores da Paz na elaboração da proposta. Os integrantes das equipes dos dois melhores projetos e os jovens multiplicadores que os auxiliaram serão premiados com tablets.

Ao final da Gincana da Paz, as crianças criarão desenhos sobre o desarmamento e o combate à violência. Um desenho de cada escola será selecionado, e a criança autora será escalada para formar o Time da Paz. O time entrará em campo com os jogadores, no jogo Flamengo x Santos.

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Quico, do Chaves, será nomeado embaixador de Porto Alegre para Copa 2014




O humorista mexicano Carlos Villagrán, famoso por interpretar o personagem Quico do seriado Chaves, foi escolhido para representar Porto Alegre como embaixador na organização da Copa do Mundo, segundo informações da agência EFE. A cerimônia de nomeação ocorrerá na próxima quinta-feira (18) no Salão Nobre do Paço Municipal da cidade gaúcha.

O ator irá receber o título do prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, durante cerimônia que terá a participação de representantes do Comitê Organizador Local (COL) e outras autoridades. Em turnê pelo Brasil, Carlos Villagrán foi presenteado por fãs com uma bandeira do São Paulo durante espetáculo na cidade, no último domingo (14).

O ator e humorista completará o time de embaixadores, formado pelo técnico Mano Menezes, que já treinou o Grêmio, e também pelo zagueiro Lúcio e o chileno Figueroa, que já vestiram a camisa do Internacional. Apesar de ter ficado de fora da Copa das Confederações, Porto Alegre é uma das cidades-sede do Mundial de 2014 e vai receber quatro partidas.

Casas Bahia erra e Iphone tem desconto de 100 mil




Um erro na página do iPhone no site das Casas Bahia virou piada nas redes sociais. O anúncio indicava uma queda de preço no smartphone da Apple, tendo redução de quase 100 mil reais em um só aparelho.

Buscando pelo iPhone na página, o usuário encontra diversas opções de produto, mas um iPhone 4 de 8 GB chamou a atenção. O aparelho está no anúncio com valor passando “de  R$99.998,00 por R$1.629,00”. Outro modelo, o iPhone 4S de 16GB, também apareceu passando “de R$50.099,00 por R$2.299,00”.



Segundo infectologista.“População que não faz parte do grupo de risco também deve se vacinar”





A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe — que começou nesta segunda-feira (15) e segue até o dia 26 de abril — é destinada apenas para o grupo de risco, formado por pessoas acima de 60 anos, crianças entre seis meses e dois anos, profissionais de saúde, índios, gestantes, presidiários, pacientes crônicos e mulheres que deram à luz em até 45 dias. Porém, a infectologista Nancy Bellei, professora e coordenadora do programa de pós-graduação em viroses respiratórias da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), reforça a importância de toda a população se vacinar.

— A vacinação é a forma mais eficaz para a prevenção da gripe e de suas complicações. Além disso, ela tem um papel social fundamental porque a pessoa imunizada não transmite o vírus para quem está ao seu redor.


Segundo a especialista, a vacina só é contraindicada para crianças menores de seis meses e pessoas alérgicas ao ovo. Ao contrário das crenças, Nancy também reforça que a imunização não causa gripe.

— A vacina é produzida com vírus inativos e fragmentados, ou seja, não causa a gripe. Se ela aparecer é coincidência e, além disso, vale lembrar que a vacina só começa a agir após 15 dias.


Em média, a efetividade da vacina é de 70% a 90% em adultos saudáveis entre 18 e 59 anos. Como ela não consegue contemplar todos os tipos de vírus que circulam no hemisfério sul, a OMS orienta priorizar os de maior circulação, conforme enfatiza o professor-adjunto José Cássio de Moraes, da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa.

— Este ano a vacina vai proteger as pessoas não só de duas cepas do vírus influenza A (H1N1 e H3N2) como também de uma cepa do vírus influenza B.

O médico acrescenta a necessidade de revacinar todo ano porque “ela perde sua potência de proteção”.

Aprenda a driblar a gripe

A infectologista da Unifesp alerta que a gripe é uma doença muito transmissível, especialmente em ambientes com aglomeração de pessoas. De acordo com estimativas da OMS (Organização Mundial da Saúde), ela atinge entre 5% a 15% da população mundial todos os anos, o que equivale a 600 milhões de pessoas gripadas.

Os quadros de gripe, resfriado e doenças respiratórias agudas costumam aumentar no inverno devido ao clima frio e seco, mas segundo Moraes isso não significa que durante as outras condições climáticas as pessoas estejam livres de contrair o vírus.

— Ambientes muito fechados com aglomeração de pessoas, como ônibus, metrô e shopping, contribuem para a propagação da gripe.

Além da vacina, alguns hábitos podem ajudar a prevenir gripes e resfriados, entre eles, lavar bem as mãos várias vezes por dia, usar lenço de papel ao tossir ou espirrar e evitar o contato com pessoas doentes e compartilhar os mesmos objetos.



segunda-feira, 15 de abril de 2013

Duas explosões deixam vários feridos durante maratona de Boston




Duas explosões deixaram dezenas de feridos na tarde desta segunda-feira (15) durante a maratona de Boston, no Estado de Massachusetts, Estados Unidos.

A polícia da cidade confirmou uma explosão perto da 673 Boylston Street, que fica próxima da linha de chegada da maratona.

De acordo com o diário Boston Globe, as explosões ocorreram pouco antes das 15h (local, 16h em Brasília).

Nesse momento, milhares de atletas terminavam a 117ª corrida da Maratona de Boston, com uma multidão assistindo e torcendo na linha de chegada.

"Houve uma explosão, policiais, bombeiros e equipes de emergência médica estão no local. Não temos indicação de quantas pessoas estão feridas", disse uma porta-voz do Departamento de Polícia de Boston.

Apesar de a polícia não confirmar o número de feridos, a TV local WCVB informa que ao menos 12 pessoas ficaram feridas.

Esse número, no entanto, pode subir ainda mais. A rede de TV CNN informa que ao menos 19 pessoas já foram atendidas.

Mais cedo, um porta-voz do evento disse a jornalistas que o hotel que serve como sede da maratona foi bloqueado após a explosão e que ninguém teria permissão de sair ou entrar do prédio.

O canadense Mike Mitchell, de Vancouver, um atleta que terminou a maratona, disse que estava olhando para trás na linha de chegada e viu uma "explosão massiva".

A fumaça subiu 15 m, disse Mitchell. As pessoas começaram a correr e gritar após ouvirem o barulho, acrescentou.

— Todo mundo está assustado.

Segundo informações da Record News, havia pelo menos 131 brasileiros inscritos na competição.

Ainda não há informações sobre mortos nem sobre a autoria do atentado.

Cientistas desenvolvem rim de laboratório




Um rim 'criado' em laboratório foi transplantado para animais onde começou a produzir urina, afirmam cientistas norte-americanos.

A técnica, desenvolvida pelo Hospital Geral de Massachusetts e apresentada na publicação Nature Medicine, resulta em rins menos eficazes do que os naturais. Mesmo assim, os pesquisadores de medicina regenerativa afirmam que ela representa uma enorme promessa.

Técnicas semelhantes para desenvolver partes do corpo mais simples já tinham sido utilizadas antes, mas o rim é um dos órgãos mais complicados de ser desenvolvido.

Os rins filtram o sangue para remover resíduos e excesso de água. Eles também são o órgão com o maior número de pacientes na fila de espera de transplantes.


A técnica dos cientistas americanos consiste em usar um rim velho, retirar todas as suas células antigas e deixar apenas uma espécie de esqueleto, uma estrutura básica, que funcione como uma espécie de armação. A partir daí, o rim seria então reconstruído com células retiradas do paciente.

Isso teria duas grandes vantagens sobre os habituais transplantes de rim.


Como o novo tecido será formado com células do paciente, não será necessário o uso de drogas antirrejeição, que evitam que o sistema imunológico bloqueie o funcionamento do órgão 'estranho' ao corpo.

Seria possível também aumentar consideravelmente o número de órgãos disponíveis para transplante. A maioria dos órgãos usados atualmente acaba rejeitada.

Teia de células

Nesse estudo, os pesquisadores usaram um rim de rato e aplicaram um detergente para retirar as células velhas.

A teia de células restante, formada por proteínas, tem a forma do rim, e inclui uma intrincada rede de vasos sanguíneos e tubos de drenagem.

Esta rede de tubos foi utilizada para bombear as células adequadas para a parte direita do rim, onde se juntaram com a 'armação' para reconstruir o órgão.

O órgão reconstituído foi mantido em um forno especial por 12 dias para imitar as condições no corpo de um rato.

Quando os rins foram testadas em laboratório, a produção de urina chegou a 23% das estruturas naturais.

A equipe, então, transplantou o órgão para um rato. Uma vez dentro do corpo, a eficácia do rim caiu para 5%.

No entanto, o pesquisador principal, Harald Ott, disse à BBC que a restauração de uma pequena fração da função normal já pode ser suficiente: 'Se você estiver em hemodiálise, uma função renal de 10% a 15% já seria suficiente para livrar o paciente da hemodiálise. Ou seja, não temos que ir até o fim (garantir os 100% da função renal).'

Ele disse que o potencial é enorme: 'Se você pensar sobre os Estados Unidos, há 100 mil pacientes aguardando por transplantes de rim e há apenas cerca de 18 mil transplantes realizados por ano.'

— O impacto clínico de um tratamento bem-sucedido seria enorme. Realmente impressionante.

Seriam necessárias ainda várias pesquisas antes de que o procedimento fosse aprovado para uso em pessoas.

A técnica necessita ser mais eficiente, para a restauração de um maior nível de função renal. Os pesquisadores também precisam provar que o rim continuaria a funcionar por um longo tempo.

Haverá também os desafios impostos pelo tamanho de um rim humano. É mais difícil colocar as células novas no lugar certo em um órgão maior.

O professor Martin Birchall, cirurgião do University College de Londres, envolveu-se em transplantes de traqueia produzidos a partir de armações desenvolvidas em laboratório.

Sobre a pesquisa com o rim, ele disse: 'É extremamente interessante, e realmente impressionante.'

— Eles (os pesquisadores que desenvolveram o rim de rato) abordaram algumas das principais barreiras técnicas para tornar possível a utilização de medicina regenerativa para tratar de uma necessidade médica muito importante.

Ele disse que tornar o desenvolvimento de órgãos acessível a pessoas que necessitam de um transplante de órgão poderia revolucionar a medicina.

— Do ponto de vista cirúrgico, é quase o nirvana da medicina regenerativa que você possa atender à maior necessidade de órgãos para transplante no mundo — o rim.


Salário mínimo deve subir para R$ 719 em 2014





O salário mínimo deverá passar para R$ 719,48 no próximo ano. O valor consta no Projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2014, enviado nesta segunda-feira (15) pelo Executivo ao Congresso Nacional. Considerando o mínimo deste ano, de R$ 687, o aumento para o próximo ano será de apenas R$ 32.


Pela proposta, o mínimo terá reajuste de 6,12% no ano que vem. O projeto também prevê crescimento de 4,5% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2014 e inflação oficial também de 4,5% pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). 

Apesar da perspectiva de que o Banco Central volte a reajustar os juros básicos da economia na próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), o documento indica manutenção da taxa Selic em 7,25% ao ano pelos próximos três anos, até o fim de 2016.
  O último aumento do salário-mínimo começou a valer em janeiro e a cair da conta do trabalhador assalariado no mês seguinte, em fevereiro. O reajuste foi garantido por uma MP (Medida Provisória) aumentou a grana em R$ 56 e é de quase 9% em relação ao valor anterior, de R$ 622. 

O aumento levou em consideração a variação real de crescimento do País no ano passado, que foi de 2,7%, mais o índice da inflação deste ano, que está estimado em 6,1% — entenda o cálculo no quadro abaixo.

Participação nos lucros

Além do aumento no salário mínimo, o Planalto também anunciou a desoneração do imposto de renda dos valores recebidos como PLR (Participação nos Lucros e Resultado).

Os trabalhadores que ganham até R$ 6.000 como participação nos lucros ficam isentos da tributação sobre o valor.

Para beneficiar também quem ganha acima desse valor, o governo decidiu escalonar as alíquotas, assim como faz com o Imposto de Renda.